sábado, 29 de julho de 2017

O fracasso da “prostituição legal” na Holanda

Holanda aprende na prática que o Ilegal não prospera


Em 2000, o governo da Holanda decidiu legalizar a prostituição. A lógica parecia simples: dar segurança às mulheres e regularizar o que faziam como “profissão”. As coisas, no entanto, não saíram como o esperado.
Por Julie Bindel* — Há um conhecido quadro de comédia britânico que retrata dois policiais em Amsterdã, recostados em uma cadeira, se gabando de que não precisariam mais lidar com o crime de homicídio, porque o governo holandês já o tinha legalizado. A cena seria cômica, se não fosse trágica. Em 2000, o governo da Holanda decidiu facilitar a vida de cafetões, traficantes e apostadores, legalizando o já maciço e ostensivamente visível comércio de prostituição. A lógica era tão simples quanto enganadora: tornar as coisas mais seguras para todo mundo. Fazer disso um trabalho como qualquer outro. Uma vez que as mulheres estivessem livres do submundo, então, os bandidos, contrabandistas e traficantes de pessoas iriam cair fora.

Agora, doze anos depois, podemos ver os resultados desse experimento. Ao invés de proporcionar melhor proteção às mulheres, só fez aumentar o tráfico. Ao invés de confinar os bordéis a uma discreta (e evitável) parte da cidade, a indústria do sexo se espalhou por toda a Amsterdã — incluindo o meio da rua. Ao invés de receberem direitos no "ambiente de trabalho", as prostitutas descobriram que os cafetões são tão brutais como sempre foram. A união criada pelo governo para protegê-las tem sido recusada pela vasta maioria das prostitutas, que permanecem assustadas demais para reclamar.
Depois da legalização, os cafetões foram reclassificados como empresários e homens de negócios. Os abusos sofridos pelas mulheres são chamados agora de "acidentes de trabalho", como uma pedra caída no dedo de um construtor. O turismo sexual cresceu mais rápido em Amsterdã do que qualquer outro tipo de turismo: como a cidade se tornou o bordel da Europa, mulheres têm sido importadas da África, do Leste da Europa e da Ásia para satisfazer a demanda. Em outras palavras, os cafetões não só não foram embora, como ganharam legitimidade — a violência não só prevalece, como se tornou parte do trabalho, e o tráfico aumentou. O apoio para que as mulheres deixassem a prostituição ficou praticamente inexistente. A obscuridade inerente a esse trabalho não foi amenizada pela bênção da lei.

O governo holandês esperava exercer o papel de "cafetão honrado", tomando parte do rendimento de prostituição através de impostos. Mas só 5% das mulheres se registraram para a taxa, porque ninguém quer ser conhecida como prostituta — não importa o quão legal isso seja. A ilegalidade simplesmente tomou uma nova forma, com um aumento no tráfico, nos bordéis clandestinos e no lenocínio; com a fiscalização completamente fora de cena, ficou ainda mais fácil quebrar as leis que restaram. Prostituir mulheres de países que não pertencem à União Europeia, desesperadas por uma vida nova, continua ilegal, mas nunca foi tão fácil.
A legalização impôs casas de prostituição em áreas de toda a Holanda, queiram elas ou não. Mesmo se um município ou cidade se opõe ao estabelecimento de um bordel, ele deve permitir pelo menos um — não fazê-lo é ir contra o direito federal básico ao trabalho. Para muitos holandeses, a legalidade e a decência foram irreconciliavelmente divorciadas. Tudo foi um fracasso social, jurídico e econômico, e a loucura, finalmente, está chegando ao fim.
boom dos bordéis acabou. Um terço dos prostíbulos de Amsterdã foi fechado por envolvimento com o crime organizado e com o tráfico de drogas e devido ao aumento no tráfico de mulheres. 
A polícia agora reconhece que o famoso Distrito da Luz Vermelha — a zona de Amsterdã em que se concentram as casas de prostituição — se transformou em um centro global de tráfico humano e lavagem de dinheiro. 
As ruas estão infiltradas de gangues famintas à procura de jovens vulneráveis e vendendo-as como virgens que farão o que quer que sejam mandadas a fazer. Muitos dos envolvidos no comércio regular de turismo de Amsterdã — com os seus museus e canais — temem que os seus visitantes desapareçam juntamente com a reputação da cidade.
Eu estive lá recentemente com Roger Matthews, professor de Criminologia na Universidade de Kent e especialista renomado em tráfico sexual. Os políticos com quem ele conversou confessam que a legislação conseguiu piorar uma situação que já estava desagradável. Começa, então, um trabalho inútil de reparação, com mulheres que alugam vitrines em breve sendo obrigadas a registrar-se como prostitutas — uma medida tão inefetiva quanto a obrigação que elas têm de pagar impostos. Quando a falsa união governamental supostamente representando as mulheres fez um recrutamento maciço de associados após a legalização, apenas cem se filiaram, das quais a maioria eram strippers e dançarinas.
Ao invés de acabar com a corrupção do Distrito da Luz Vermelha, isso tornou a área mais decadente do que nunca — repleta de turistas sexuais bêbados agindo como olhadores de vitrine, apontando e rindo das mulheres que eles vêem. As mulheres da região atravessam as ruas com as cabeças baixas, tentando não ver as outras mulheres exibidas como pedaços de carne em um açougue. É possível ver homens entrando nos bordéis, tentando abaixar o preço do serviço, e outros saindo, enquanto fecham o zíper de seus jeans. Muitas das mulheres parecem muito jovens, todas entediadas, a maioria seminuas, sentadas em banquinhos com os celulares na mão.
Em nenhum outro lugar do mundo a prostituição de rua é legalizada, porque as pessoas não querem isso à vista. Onde há comércio sexual de rua, mulheres são abordadas no caminho de casa por apostadores e, frequentemente, camisinhas, parafernália de drogas e cafetões são visíveis. 

Mas a Holanda decidiu em 1996 que a prostituição de rua era uma forma decente de ganhar dinheiro e criou várias "zonas de tolerância" para homens alugarem com segurança a entrada do corpo feminino que desejarem por alguns poucos minutos.
Um dia depois de abrirem a zona de Amsterdã, mais de uma centena de residentes das redondezas tomaram as ruas em protesto. Levou seis anos para o prefeito admitir em público que o experimento tinha sido um desastre, um ímã para mulheres traficadas, traficantes de drogas e meninas menores de idade. Zonas em Roterdã, Haia e Heerlen foram fechadas em circunstâncias similares. 

A direção das mudanças é clara: a legalização será revogada. Ela não significou emancipação. Ao contrário, resultou no tratamento abusivo, desumano e degradante das mulheres, porque declara a compra e venda de carne humana aceitáveis aos olhos da lei. Enquanto o governo holandês é reformado e passa de cafetão a protetor, terá tempo para refletir no dano causado às mulheres envolvidas nesse calamitoso experimento social.
Fonte: The Spectator

COMENTÁRIO DO BLOG

AS MÚLTIPLAS FACES DO NIILISMO!
O relato acima de "legalizar" a prostituição é uma tentativa de corrigir uma distorção com outra pior, tentar libertar os visuais macabros que vão aos poucos tomando conta da Europa apóstata ao cristianismo, pois o recrudescimento das discórdias internas, as escaramuças entre forças de segurança e grupos terrorista acentuam-se em vários países, situações de nações subdesenvolvidas terceiro-mundistas!


A população acaba por ficar em meio ao fogo cruzado, vítima de si mesma pela irresponsabilidade de muitos ao não dispensarem boa formação cristã a seus filhos, e daí relativizados, aliarem-se e se associarem a esquemas ideológicos condutores de muitas nações para o abismo - nem sempre tão culpada ao todo por em muitos casos se omitirem os que deveriam zelar pela manutenção da fé no rebanho a eles confiado - os membros da hierarquia religiosa!


Os que estão no topo do poder são os retratos do que existe cá em baixo, e vice-versa!
Afinal, de dentro dessa sociedade alienada e massificada saíram os governantes que hoje entregam o país ao caos; a basearmos nos que "governam" o Brasil, os revolucionários do PT, nem tanto se difeririam dos procedimentos iníquos dos europeus, em perverterem a sociedade e a transformarem numa Babel!
Os fatos acima são os resultados de assimilação pelas mentes do esterco que é a ideologia marxista ou similares!
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sábado, 15 de julho de 2017

Aiatolá que prega a destruição de Israel visitará o Brasil

 O iraquiano Mohsen Araki é uma estrela do islã xiita. Dono do título de aiatolá, ele faz parte do círculo mais próximo líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, de quem é amigo pessoal desde a juventude. Araki desembarcará no Brasil na próxima semana para pregar em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo do Irã no Brasil. No sábado dia 29, ele proferirá uma palestra no evento “Os muçulmanos e o 


enfrentamento ao terrorismo radical”, que será em São Paulo, no Novotel Center 
Norte.

Uma ironia por Araki ser conhecido justamente por pregar a violência contra o que ele define como inimigos do islã.

Quando o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad pregou a destruição de Israel, ele estava apenas reproduzindo os discursos de Araki. Em várias oportunidades, o religioso pregou a destruição do Estado Israel. Durante um encontro com o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, o aiatolá Araki definiu Israel como “um câncer que deveria ser extirpado do Oriente Médio”.


Em suas pregações, Araki acusa os Estados Unidos e os judeus de serem os responsáveis pelos problemas econômicos dos países islâmicos e das divisões existentes entre as várias correntes da religião islâmica. Em uma visita ao Líbano, ele sugeriu aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, uma união estratégica entre todos as organizações terroristas que atuam no Líbano e Palestina como forma de “banir Israel do mapa”, conforme publicado pela imprensa oficial iraniana.

Em sua página oficial no Facebook, o líder religioso não faz questão de esconder seus vínculos com o Hezbollah e suas posições extremistas. Resta saber se no Brasil ele reproduzirá esse mesmo discurso de ódio que ele propaga por onde passa.

O anfitrião de Araki no Brasil será o sheik iraquiano Taleb Khazraji, outra figurinha carimbada do Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em julho de 1994.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Mulher Síria ri após levar tiro do Estado Islâmico

"Mulheres curdas não conhecem medo" 

imagens incríveis na cidade de Raqqa mostra franco-atiradora depois que uma bala vem a poucos centímetros de sua cabeça durante um tiroteio com o Estado Islâmico. 

Isso aconteceu na Cidade de Raqqa na Síria, mostra uma franco atiradora quando uma bala estoura a centímetros de sua cabeça. 

À medida que a bala ricocheta de uma parede ao lado dela ela sorri para seus colegas.. 

Este flagrante foi feito por um jornalista presente que afirmou que "as mulheres curdas não conhecem medo"


Este é o momento surpreendente que uma atiradora curda ri e mostra a língua depois que uma bala do Estado Islâmico passa a polegadas de sua cabeça 

Hemze Hamza compartilhou um vídeo no Twitter da mulher das Unidades de Proteção da Mulher envolvidas em um tiroteio na cidade de Raqqa. 

A mulher está espiando por uma borda dentro de um prédio, atirando em um alvo fora da câmera. Batalha de Sniper dentro da cidade de Raqqa. Agradeço a Deus o terrorista do ISIS perdeu (disse a muler). 

"As mulheres curdas não conhecem medo. Um humano normal ficaria assustado depois de estar tão perto da morte, mas ela continuou rindo. Muitas pessoas louvaram sua bravura na linha de frente. 

A Unidade de Proteção da Mulher, ou YPG, é a unidade armada do Partido da União Democrática na Síria e tem cerca de 7.000 membros. 

Longe de ter medo, a mulher ri e até empurra a língua quando percebe o quão perto ela veio ao desastre Em um instante, ela está quase atingida, com uma bala chegando perigosamente perto de sua cabeça e ricocheteando do lado da parede. Mas longe de parecer assustada ou abalada, ela ri de seus colegas, ela continua a conversa com eles como se nada acontecido.



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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Rússia diz que pode ter matado líder do "Estado Islâmico"

O líder da organização jihadista "Estado Islâmico" (EI), Abu Bakr al-Baghdadi, pode ter morrido no último dia 28 de maio, em decorrência de um ataque aéreo russo nos arredores de Raqqa, na Síria, anunciou o Ministério da Defesa da Rússia nesta sexta-feira (16/06).
Abu Bakr al-Baghdadi não é visto em público desde que, há três anos, se proclamou "califa" do "Estado Islâmico"

"Segundo informações que recebemos por diversos canais, o líder do 'Estado Islâmico', Abu Bakr al-Baghdadi, estava numa reunião de chefes do EI atacada pela aviação russa e foi morto na ação", disse o ministério, que está investigando o caso para tentar confirmar a morte.

No ataque "também foram mortos outros líderes do grupo terrorista, integrantes do chamado conselho militar do EI, além de 30 comandantes de nível médio e cerca de 300 guerrilheiros", publicou a agência russa de notícias Sputnik, citando o Ministério da Defesa.

De acordo com Moscou, o ataque ocorreu quando os líderes do EI se reuniam para discutir a retirada do grupo de Raqqa, a capital não oficial da organização extremista. A Força Aérea russa bombardeou os jihadistas na madrugada de 28 de maio, depois que drones confirmaram o local e hora da reunião. 

Se o relato for confirmado, a morte de Baghdadi será um grande sucesso militar para Moscou, que vem executando uma campanha militar em apoio ao presidente da Síria, Bashar al-Assad, desde setembro de 2015.

O líder do EI não foi visto em público desde que se proclamou "califa" na cidade iraquiana de Mossul, há três anos. Nascido no Iraque e um dos homens mais procurados do mundo, Baghdadi já foi declarado ferido ou morto uma série de vezes.

EUA não confirmam morte

O porta-voz dos EUA para a coalizão que luta contra o "Estado Islâmico", Ryan Dillon, disse não poder confirmar as notícias da morte do líder extremista. "Não podemos confirmar estas informações neste momento", afirmou.

A aliança internacional apoia as Forças da Síria Democrática (FSD), grupo liderado por milícias curdas, que desde novembro do ano passado realiza uma ofensiva para expulsar o EI da província de Raqqa, bastião dos jihadistas na Síria.

A principal milícia curda na Síria, as Unidades de Defesa Popular (YPG), afirmou que não dispõe de informações sobre a suposta morte de Baghdadi. "Não tenho informação e não quero fazer nenhum comentário", disse à agência de notícias Efe, por telefone, o porta-voz das YPG, Nuri Mahmoud, cuja milícia é o componente mais importante das FSD.

As autoridades sírias também não confirmaram a suposta morte do líder do "Estado Islâmico".

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Militante do PT ataca Jornalista Alexandre Garcia em voo

 Militante que ofendeu o jornalista é ex-assessor da deputada Erika Kokay (PT-DF) e já foi preso por causa de ocorrência com o senador Aloysio Nunes
Imagens gravadas pelo rapaz e divulgadas nas redes sociais mostram que os ataques verbais ao jornalista começaram já na fila de embarque e seguiram até dentro do avião.

Acompanhado de uma mulher, Garcia segue em direção ao portão de embarque e não responde às críticas. Mesmo ignorado, o indivíduo continua com as provocações. “Como é ser golpista? 

Fala para a gente. Aqui não é a Rede Globo, não. Aqui é ‘no-filter’. Você pode falar o que você falar e a gente vai publicar sem edição. Como é compactuar com o sistema? Como é ser pelego de militar?”, pergunta Grassi, que continua falando, mas sem receber a atenção do jornalista. “Quis a história que a gente estivesse no mesmo voo”, ironiza.

você também vai soltar notinha se vitimizando igual à Miriam Leitão? Vocês que incentivam o ódio contra o PT, o PCdoB, contra a esquerda, vai ter mimimi também?”, gritava o rapaz. Garcia, que não respondeu às provocações, afirmou que o piloto disse que poderia tirar o rapaz do voo, mas que ele próprio não permitiu.

O manifestante acusa a Globo de promover o “ódio” contra a esquerda. “Vocês que incentivam o ódio contra o PT, contra o PCdoB, contra a esquerda.” No corredor em direção à aeronave, o manifestante filma a si próprio e se gaba da situação. “Imagina se vai dar merda”, diz, rindo.

Ao entrar no avião, um Boeing 737, o indivíduo posiciona-se atrás do jornalista começa a cantar gritos de guerra contra a Globo: “A verdade é dura. A Rede Globo apoiou a ditadura”. Garcia, em seguida, entra na cabine do piloto. A mulher que o acompanha diz ao militante que o comandante o chamou e adverte: “Cuidado, você pode perder o seu voo”.  “Eu ‘to tranquilão’ [sic]. Você está me ameaçando?”.

Alexandre Garcia responde aos ataques em voo
“Não deixei e posso dizer que esse rapaz voou graças a mim. Me deu um poder que eu não tenho. Não dei muita importância”, afirmou ao Estado.
Não se sabe se o rapaz que hostilizou Garcia é ligado a um partido, ao contrário do caso de Míriam, ofendida por militantes do PT que voltavam do Congresso do partido em Brasília.
“Acho que Freud explica esse tipo de atitude, isso é caso de psicanálise, não de política”, afirmou Garcia.

Histórico
 Grassi é conhecido na internet por suas atitudes ofensivas contra pessoas que têm opiniões divergentes às bandeiras defendidas pelo PT . 

O indivíduo, que é ex-assessor da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), foi preso em 2014 pela polícia do Senado ao questionar o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – 

que hoje é ministro das Relações Exteriores – sobre o suposto envolvimento do tucano em irregularidades em contratações do Metrô de São Paulo. 

O parlamentar se irritou com a pergunta e partiu para cima do blogueiro, que foi pego por seguranças da Casa.

Veja o vídeo



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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Lava a Jato no programa Americano Sixty Minutes

Sixty Minutes sobre a operação lava a jato

( Veja o Vídeo no final )

A operação "Car Wash" do Brasil envolve bilhões de subornos, dezenas de políticos
A Operação Lavagem de Carros, um dos maiores casos de suborno já investigados, está sendo conduzida por um pequeno grupo de promotores de justiça idealistas e jovens e um juiz de cruzada

O procurador-chefe Deltan Dallagnol diz que a Operação Car Wash é muito maior do que a Watergate: mais de 200 pessoas foram acusadas por centenas de crimes.


A enorme investigação brasileira começou quando a polícia encontrou provas de que um ex-executivo de topo em uma companhia petrolífera controlada pelo governo, a Petrobras, aceitou um suborno.
O juiz Sergio Moro e os promotores estão dispostos a usar táticas controversas para combater o crime financeiro. Em 2014, Moro realizou 20 executivos de topo de 8 grandes empresas sem fiança por meses.


Deltan Dallagnol, promotor principal da Operação Car Wash. NOTÍCIAS DA CBS
Imagine se a investigação do Watergate levou não só à queda do presidente Nixon, mas também a alegações contra seu sucessor, mais o presidente da Câmara, o líder do Senado, um terço do gabinete e mais de 90 membros do Congresso . Isso dá uma idéia do que está acontecendo no Brasil agora. O mercado de ações do país mergulhou na semana passada depois de um relatório de que o presidente Michel Temer tinha sido pego na fita aprovando compensações ilegais, uma ofensa potencialmente impeachable. A última presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi demitida.

O país está passando por uma de suas piores recessões na história e uma crise de liderança causada em grande parte por uma investigação de corrupção maciça. É conhecido como Operação Car Wash. É um dos maiores casos de suborno já investigados e está sendo conduzido por um pequeno grupo de jovens promotores idealistas e um juiz de cruzada.

"Já cobramos mais de 200 pessoas por centenas de crimes, e a quantidade de subornos pagos chega a cerca de dois bilhões de dólares".

Em Curitiba, uma cidade distante das elites dominantes de Brasília e São Paulo, um pequeno grupo de promotores está trabalhando longas horas em quartos apertados na maior investigação que o Brasil já viu - a Operação Car Wash.


Um pequeno grupo de promotores trabalha na maior investigação que o Brasil já viu - a Operação Car Wash. NOTÍCIAS DA CBS

Anderson Cooper: Como a lavagem de carro se compara a Watergate?
Deltan Dallagnol: Car Wash é muito, muito maior.
Deltan Dallagnol é o promotor principal.
Anderson Cooper: Maior do que Watergate?
Deltan Dallagnol: Muito maior.
Deltan Dallagnol: Já cobramos mais de 200 pessoas por centenas de crimes. A quantidade de subornos pagos vai até cerca de dois bilhões de dólares.

A Operação Car Wash teve um papel na queda da primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff. NOTÍCIAS DA CBS

Os promotores dizem que o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi o mentor do plano e acusaram-no de corrupção e lavagem de dinheiro. O presidente atual do país, Michel Temer, foi implicado e há agora chamadas para seu impeachment. O poderoso líder da câmara baixa foi condenado a 15 anos de prisão. Trinta e quatro senadores e 62 representantes estão sob investigação.

A Operação Car Wash também teve um papel na queda de uma presidente sentada, a primeira líder feminina do Brasil, Dilma Rousseff. Ela foi acusada em agosto por algumas violações técnicas das regras orçamentárias. Rouseff não foi acusada de corrupção, mas durante sete anos ela foi a presidente da empresa controlada pelo Estado no centro da investigação, e isso contribuiu para a raiva pública que levou à sua expulsão.

Entrevistamos Rousseff três semanas depois de ter sido acusada.


Anderson Cooper: Você já recebeu algum suborno?    

Dilma Rousseff: Não. E esse é o problema deles quando se trata de mim: eu nunca recebi nenhum suborno. Eu não sou cobrado com o recebimento de subornos, eu não tenho nenhuma conta bancária no exterior.

Anderson Cooper: Eu acho que para algumas pessoas, no entanto, é difícil acreditar que, como presidente, você não saberia que algo estava acontecendo.

Dilma Rousseff: Deixe-me dizer, eu não sabia.

Esta estação de serviço na capital do Brasil está por trás do motivo pelo qual a investigação foi nomeada "Operação Lavagem de Carro". NOTÍCIAS DA CBS
Tudo começou aqui - numa estação de serviço na capital do país - e é por isso que se chama Operação Lavagem de Carros, onde a polícia federal encontrou suas primeiras pistas há quatro anos - e a trilha que levou a esse homem: Paulo Roberto Costa, Ex-executivo da Petrobras, empresa estatal controlada. A Petrobras era a maior e mais importante empresa do Brasil, responsável pela exploração das vastas reservas de petróleo do país. A polícia encontrou provas de que Costa aceitou um suborno e, sob pressão dos investigadores, decidiu conversar, revelando que durante anos os altos executivos da Petrobras e os políticos governantes haviam roubado a empresa - e o país - cegos.


Anderson Cooper: Quando Paulo Roberto Costa deu testemunho em sua corte como era aquele momento?

Juiz Sérgio Moro: Ah, esse era o ponto de não retorno talvez.
Sergio Moro é o juiz em Curitiba que supervisiona a Operação Car Wash.
Anderson Cooper: O ponto de não retorno?
Juiz Sergio Moro: Sim, era como aquele filme, "Os Intocáveis".

O juiz Sergio Moro supervisiona a Operação Car Wash. NOTÍCIAS DA CBS
[Dos "Intocáveis"]


Sean Connery: Se você atravessar esta porta agora, você está entrando em um mundo de problemas e não há volta. Você entende?

Kevin Costner (como Elliot Ness): [armando espingarda] Sim, eu faço.

Anderson Cooper: Você assistiu "The Untouchables".

Juiz Sergio Moro: Sim, é um ótimo filme.

Como Elliott Ness em "The Untouchables", o juiz Moro se tornou algo de um herói popular. Os brasileiros tiveram de lidar com a corrupção por décadas, e quando o juiz Moro e os promotores começaram a revelar a extensão da corrupção, as pessoas saíram às ruas para mostrar seu apoio, muitas usando camisas e máscaras do juiz Moro. A investigação tornou-se tão popular há um adesivo que diz: "Eu apoio lava jato", que significa lavagem de carro em português.

A luta contra a corrupção tem sido muitas vezes uma batalha perdida no Brasil. O juiz Moro diz que uma razão pela qual a Operação Car Wash foi bem-sucedida é que ela usou a barganha de acordo com o estilo dos EUA para conseguir que alguns réus cooperem. O juiz Moro e os promotores também estão dispostos a usar táticas controversas para combater o crime financeiro.

Quando o ex-executivo da Petrobras Paulo Roberto Costa implicou outros em 2014, o juiz Moro os enviou para a prisão antes do julgamento.

Vinte executivos de oito grandes empresas foram mantidos sem fiança por meses.

Juiz Sergio Moro: Eu entendi que estávamos vivendo em circunstâncias excepcionais porque a corrupção era tão difundida. E você precisa fazer algo grande para pará-lo.

Paulo Galvão: Isso nunca aconteceu no Brasil.

O promotor Paulo Galvão disse-nos que as prisões foram um ponto de viragem.

Paulo Galvão: São pessoas que nunca tiveram medo da lei no Brasil. Este foi o momento em que essas pessoas começaram a ver que eles também estavam sendo alvo de Car Wash Operação.

Em breve os promotores estavam recebendo ofertas de executivos assustados e políticos dispostos a cooperar e devolver dinheiro para evitar fazer tempo. E as somas que tinham sido roubadas eram astronômicas: Costa devolveu US $ 23 milhões de dólares que tinha escondido em bancos suíços. Foi a maior recuperação da história do Brasil.

Ou seja, até que este ex-executivo da Petrobras, Pedro Barusco, se oferecesse a devolver muito mais.

Deltan Dallagnol: Ele disse que tinha dinheiro no exterior. E então alguém lhe perguntou: "Oh, quantos ... quanto dinheiro você tem no exterior?" E ele disse: "US $ 97 milhões e ..."

Anderson Cooper: Noventa e sete milhões de dólares?

Deltan Dallagnol: Sim, sim. Era uma figura muito alta, para que pudéssemos imaginar.

Em alguns casos, executivos da Petrobras lavaram seu dinheiro comprando obras de arte. A polícia confiscou tanta arte que montaram um espetáculo para o público neste museu em Curitiba. As pinturas podem diferir estilisticamente, mas muitos compartilham um tema comum: eles uma vez pendurado nas paredes de um executivo da Petrobras agora servindo tempo na prisão.

Se você está se perguntando como eles conseguiram tanto dinheiro de uma empresa petrolífera nacional sem que ninguém perceba, o que aconteceu com a construção da refinaria Comperj, 30 quilômetros a leste do Rio, é um bom exemplo. O projeto de vários bilhões de dólares deveria criar mais de 100 mil empregos. Mas hoje a refinaria fica inacabada - bilhões sobre orçamento, seu futuro em dúvida. As pessoas que se mudaram para o local de trabalho tinha de esperar em linhas de alimentos em vez disso. Ex-executivos da Petrobras agora admitem que permitiram que o custo de construção da refinaria fosse enormemente inflacionado por um cartel de empresas de construção. As empresas de construção pagaram então retrocessos aos executivos da Petrobras e aos políticos e partidos políticos que lhes deram seus empregos.

Anderson Cooper: Só para ficar claro, isso estava acontecendo em todos os contratos. Este não foi apenas a cada 10º contrato. Isso era sistemático?

Deltan Dallagnol: Foi a regra do jogo.

Carlos Lima: Foi a forma como a política no Brasil é financiada.

Anderson Cooper: Você acredita que este foi um esquema de políticos que basicamente vi esta empresa como uma forma de manter o poder?

Paulo Galvão: Isso é exatamente o que - a maneira como vemos. E, de fato, podemos ver que o mesmo esquema aconteceu em outras grandes empresas estatais no Brasil.

Em Eecember, os promotores fizeram um de seus maiores avanços ainda. A maior construtora brasileira, a Odebrecht, reconheceu seu papel no esquema de suborno e concordou em pagar bilhões de dólares em multas. A Odebrecht foi um membro-chave do cartel de empresas de construção que infiltraram secretamente o custo de Comperj e outros grandes projetos. Os executivos da empresa agora admitem que tinham uma unidade inteira que serviu como seu "departamento de suborno".

Como parte de um acordo feito com promotores, o CEO da empresa e outros 76 executivos presos prestaram testemunho contra os políticos que eles têm subornado há mais de uma década. A Odebrecht também admitiu pagar centenas de milhões de dólares para ganhar negócios em outros 12 países, incluindo Argentina, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Panamá, Guatemala e México. O Departamento de Justiça dos EUA chamou-o de "o maior caso de suborno estrangeiro da história".

Anderson Cooper: Você está ameaçando pessoas muito poderosas. Você já se sentiu em risco para a sua segurança?

Paulo Galvão: É um tipo de risco diferente. Não sentimos ameaças pessoais em termos de segurança. No entanto, estamos sempre enfrentando o risco de ser exposto de críticas às investigações, aos investigadores. Então eles estão sempre tentando dizer que estamos abusando.

O ex-presidente Lula está entre os que criticaram os promotores e o juiz Moro, acusando-os de violar os direitos civis dos acusados. Lula está considerando uma outra corrida para a presidência em 2018, e em sua primeira aparição na sala do juiz Moro há duas semanas.

Ele disse ao juiz Moro que as acusações contra ele eram politicamente motivadas - uma noção que o juiz rejeitou quando conversamos com ele em setembro.

Juiz Sergio Moro: Ninguém será julgado em tribunal por causa de sua opinião política. O ex-presidente Lula terá todas as oportunidades que nossa lei lhe dá para apresentar sua defesa.

O governo que substituiu Dilma Rousseff teve um começo trêmulo. Três ministros foram forçados a renunciar no primeiro mês. O ministro do planejamento foi apanhado na fita planejando minar a investigação da Lavagem de Carro. O ministro da Transparência foi apanhado dando conselhos sobre como evitar a transparência. Quanto ao ministro do Turismo, ele foi acusado de evasão fiscal e lavagem de dinheiro.

As coisas só foram downhill de lá. No mês passado, a Suprema Corte do Brasil autorizou novas investigações de quase 100 políticos, incluindo um terço do atual presidente do atual presidente, Michel Temer. E na semana passada, a Suprema Corte autorizou uma investigação do próprio presidente Temer e publicou fitas de áudio em que ele alegadamente aprovou pagamentos que foram projetados para comprar o silêncio de uma testemunha. O presidente Temer nega as alegações.

No Congresso, alguns legisladores sob investigação têm lutado para trás, tentando aprovar novas leis para se protegerem e conter o poder dos promotores e juízes, ameaçando o futuro da Operação Lavagem de Carro.

Anderson Cooper: Há muitos interesses poderosos que gostariam de ver tudo isso embora.

Juiz Sergio Moro: Sim. Mas é nossa responsabilidade não permitir que eles façam isso. Temos de enfrentar o problema. E encarando isso, acho que temos ... um país melhor.  


 Produzido por Andy Court e Sarah Fitzpatrick.
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Anderson Cooper
Anderson Cooper, âncora do "Anderson Cooper 360" da CNN, contribuiu com 60 Minutos desde 2006. Sua excepcional reportagem sobre grandes eventos de notícias fez com que Cooper fosse considerado um dos mais populares jornalistas da televisão

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Pastor Caio Fábio é preso !!!

Reverendo Caio Fábio D'araujo Filho é preso
( Ouça abaixo o próprio Caio Fabio avisando sobre sua prisão )



Foi preso nesta quarta feira dia 24 de Maio de 2017 pela Polícia Federal o Pastor Caio Fábio.
Um áudio enviado para a redação do portal Gospel Prime, por uma pessoa ligada ao pastor Caio Fábio dá conta que ele foi preso nesta quarta-feira (24) pela Polícia Federal.

A voz é inegavelmente do pastor, que procura explicar a situação para as pessoas ligadas ao seu ministério.
Ouça o áudio...


“Aquela ação lá de [19]98 do dossiê Cayman, teve vigência hoje e eu estou sendo conduzido para a superintendência da [Polícia] Federal e depois para a Papauda, num regime semiaberto. Não teve ainda nenhuma ação do meu advogado e eu mesmo estava absolutamente certo que esse era um processo vencido há muito tempo e acabado. Então, com toda tranquilidade, gostaria só que vocês informassem o pessoal da igreja…. o que aconteceu”, diz o material.

Ainda segundo a fonte do Gospel Prime, que prefere manter o anonimato, a família do pastor Caio está abalada, mas ele garantiu a todos que está em paz.  Não há, por enquanto, uma nota oficial da assessoria do pastor, mas ela deve ser publicada nas próximas horas.

As primeiras informações dão conta que o advogado de Caio Fábio perdeu o prazo da defesa e pretende recorrer.

Entenda o caso
O dossiê Cayman, como ficou conhecido, foi revelado em 1998, nas vésperas da eleição presidencial. Ele continha dados sobre uma empresa e de contas que supostamente eram controladas por Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição.

O conjunto de papéis também mostrava depósitos de US$ 368 milhões nessas contas, dinheiro arrecado por meio de propina recebida pela privatização de empresas do setor de telecomunicações.

Entre as pessoas que integram o inquérito estavam os adversários políticos de FHC: Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu, Paulo Maluf, Ciro Gomes, Marta Suplicy, Marcio Thomaz Bastos, Leonel Brizola e Benedita da Silva.

Em seu depoimento ao caso, Lula afirmou ter tido um encontro com o pastor Caio Fábio e outro com o ex-ministro Luiz Gushiken. Ao perceber que os documentos eram falsos o PT não continuou as negociações sobre o dossiê.

Em 2011, a Folha de São Paulo divulgou que o pastor fora condenado pela juíza Léa Maria Barreiros Duarte a quatro anos de prisão por ser considerado o autor dos documentos, mas ele não foi preso.

“Essa sentença que saiu da parte desta juíza não tem nenhum fundamento na realidade do processo. A começar do fato de que esta ação foi movida contra mim em 1998 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Por volta de 2005/2006 ele determinou que o secretário da presidência da república fosse depor representando-o e me isentou de tudo”, contou.

“Meu coração está absolutamente em paz. Eu não irei a cadeia nenhuma”, garantia.

Caio Fábio disse na ocasião que mesmo se fosse preso receberia uma coroa de glória, pois a juíza agiu contrariando os depoimentos que o isentam da culpa. “No fim tudo isso vai contribuir para o meu bem porque eu amo a Deus”.

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