sábado, 31 de maio de 2014

Muçulmano apedreja até a morte sua própria filha grávida por ela ter escolhido se casar por amor, e ainda declara que não sente remorso

Uma mulher grávida foi apedrejada até a morte por sua própria família no Paquistão, na última terça-feira. O pai de Farzana Parveen, 25 anos, afirmou que o assassinato era um “crime de honra”, pois sua filha havia se casado por amor, contra a vontade de sua família.

“Eu matei a minha filha pois ela havia insultado toda a nossa família ao se


 casar com um homem sem o nosso consentimento, e não tenho nenhum remorso sobre isso”, disse o homem à polícia.


Farzana Parveen teria se casado com um homem chamado Mohammad Iqbal, e enquanto ela esperava em frente ao prédio do Tribunal para depor em defesa de seu marido contra a acusação de rapto feita por seu pai, sua própria família a apedrejou.

De acordo com informações do Charisma News, um grupo de cerca de 20 muçulmanos atacou Farzana e seu marido em plena luz do dia, diante de uma multidão de curiosos em frente à Alta Corte de Lahore. O ataque foi liderado por seu pai, irmãos e um primo, que era o homem escolhido por seu pai para casar-se com ela.

A Comissão de Direitos Humanos do Paquistão informou que cerca de 869 mulheres foram assassinadas em  “crimes de honra ” no ano passado.  89% dos muçulmanos paquistaneses dizem que a lei sharia deve ser a Constituição do país, e apoiam apedrejamentos em casos de adultério.

Alguém ainda tem dúvidas que o Islã é a religião oficial de Lúcifer na terra?
Que Jesus Cristo recolha em seus braços essas pobres mulheres vítimas desses fanáticos psicopatas endemoniados assassinos
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Será a volta do Nazismo?

Rússia: Reabilitação do nazismo e efeito bumerangue

O parlamento russo está considerando possibilidades de criminalizar as tentativas de reabilitar o nazismo. O projeto de lei prevê multas pesadas até cinco anos de prisão por negação os crimes estabelecidos pelo veredicto do Tribunal de Nurembergue.


Segundo notam os autores do documento, leis semelhantes já estão há muito em vigor em vários países europeus. Ao mesmo tempo, em países da Europa Oriental se fala cada vez mais de “ocupação soviética”, e cúmplices dos nazistas se tornam lá heróis nacionais.

Os autores do projeto de lei propõem complementar o Código Penal com um artigo chamado “Reabilitação do nazismo”. Por negar os fatos estabelecidos pelo Tribunal Internacional Militar em Nurembergue os infratores se sujeitariam a multas de até 300 mil rublos (cerca de 10 mil dólares), ou a penas de prisão até três anos. Os mesmos atos cometidos com o uso de posição oficial ou mídia são puníveis com uma multa de até 500 mil rublos, ou uma pena de prisão de até cinco anos.

Leis que devem impedir a reabilitação do nazismo existem na Áustria, Alemanha, Bélgica e França. Ao mesmo tempo, a política geral da União Europeia em relação às tentativas de reviver o nazismo parece bastante estranha. Ainda em 2009, a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE), em sua resolução “Reunificação da Europa dividida”, equiparou o nazismo ao estalinismo. Segundo seus autores, a adoção de um tal documento “histórico” dá aos ex-países da URSS o direito de exigir legalmente da Rússia a compensação de danos pela “ocupação”.

A ideia foi entusiasticamente retomada, em primeiro lugar, pelos países bálticos. Por exemplo, na Letônia passaram de homenagens aos veteranos da divisão fascista Waffen SS a legislação: Riga impôs uma punição pela negação da suposta “ocupação soviética” do país.

E os recentes acontecimentos na Ucrânia – o apoio e patrocínio de um golpe pró-nazista – tornaram-se mais um exemplo flagrante dos duplos padrões de Bruxelas: na Europa não deve haver nazismo, mas junto da Rússia ele pode mesmo estar em pleno florescimento. Ha que dizer que esta é uma política impensada: o efeito bumerangue não deixou de existir, nota o historiador Vladimir Simindei:

“As forças de extrema-direita estão ganhando impulso na Europa. Sua atividade está em muito ligada a tentativas de revisão dos resultados da Segunda Guerra Mundial e da relação ao nazismo. E tudo isso é servido numa embalagem russofóbica. Tais processos vão continuar a ocorrer, infelizmente, há que constatar isso. Outra questão é que conseguir rever os resultados da Segunda Guerra Mundial a nível oficial seria muito difícil.”

Por volta do 70º aniversário do início da Grande Guerra Patriótica (como a segunda guerra é conhecida na Rússia), em 2011, a imprensa ocidental foi varrida por uma avalanche de artigos “analíticos”. Pseudohistoriadores e cientistas políticos estavam diligentemente tentando descobrir quem matou mais pessoas – Hitler ou Stalin. Todas estas “pesquisas” tinham um objetivo: apagar por completo a memória de quem ganhou a guerra e salvou a humanidade do nazismo. Até hoje, ideólogos ocidentais estão trabalhando incessantemente. Isto sugere que o prazo de validade do “enxerto contra o nazismo” em países europeus está terminando, acredita o analista político Alexei Mukhin:

“Infelizmente, a Europa não está agora em condições de desenvolver um antídoto contra este tipo de desculpas – e, aparentemente, está condenada a uma radicalização do processo político. A Rússia, a este respeito, pode agir, como sempre o fez, de reduto da oposição à ameaça nazista - e deve fazê-lo. Este tipo de legislação que proíbe a promoção e justificação do nazismo, de seus crimes contra a humanidade é uma espécie de remédio homeopático para prevenir a evolução da doença do nazismo e sua transformação numa doença crônica.”

Os líderes do Velho Mundo continuam cometendo o mesmo erro. Seu princípio de ação é sempre o mesmo: agitar as forças mais radicais, ajudá-las a se equiparem bem, e mandá-las para o Leste. No entanto, a história ensina (àqueles que querem aprender): Drang nach Osten sempre acaba em Drang nach Westen.

Fonte: Voz da Rússia

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Estudantes e Feministas da UFF, costuram vagina de uma participante em ritual satânico regado a drogas e bebidas, numa festa intitulada "Xereca Satânik" Vejam as Fotos!

UFF vai apurar denúncia de festa com ritual satânico, drogas e orgias



Feministas costuram vagina em festa em campus da UFF, denunciam alunos.
UFF vai apurar denúncia de festa com ritual satânico, drogas e orgias
Evento foi realizado por universitários em unidade de Rio das Ostras, RJ.
Imagem mostra crânio humano usado em suposto ritual de magia negra.

Mais de 2.200 pessoas foram convidadas e 320 confirmaram presença na festa "Xereca Satânik" pelo Facebook. As organizadoras do evento se identificam como Isabelle Rocha, Pahmela Prince Metamorfoseando, Mariana Gomes Ribeiro e Antonella Abreu. Uma participante do grupo, que se identifica como Mariana Pimentel, deixou uma mensagem na página na manhã desta sexta-feira, 30



 "A festa-performance foi um acontecimento estético, e dos grandes! comentou Mariana Pimentel em seu perfil do Face. Só me recuperei hoje! Deixo aqui um muito obrigada a todas vocês que participaram da organização e um salve especial para a querida Isabelle Rocha, que abafou!!!", postou.



Uma festa regada a drogas, sexo e rituais de satanismo foi a atração do campus da Universidade Federal Fluminense (UFF) de Rio das Ostras, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, na noite da última quarta-feira, 28 de Maio de 2014. Estudantes da instituição denunciam que uma participante costurou a vagina de outra no evento, chamado de "Xereca Satânik". Como mostram as fotos originais, a mulher rindo enquanto é submetida ao ritual de mutilação em cima de uma mesa. Outras fotos mostram o sangue escorrendo nas pernas da jovem após o procedimento e outra participante sendo cortada com estilete. 

Um aluno da UFF, que preferiu não ser identificado, afirmou que a festa foi realizada nas dependências do campus de Rio das Ostras, em um prédio conhecido como Multiuso. Segundo ele, geralmente são realizados eventos no espaço mediante a autorização da reitoria. Não se sabe, no entanto, se a universidade liberou a festa nesse dia.
"As meninas que organizam essas intervenções são ligadas ao feminismo e sempre querem passar alguma mensagem", contou o universitário. "Soube que ela puxou a linha para desfazer a costura. Depois, ficou cheia de sangue".

No meio da festa, uma menina tirou a roupa, deitou em cima da mesa e outra costurou a parte íntima dela. Não sei se essas meninas são da faculdade. Elas têm um movimento de combate ao alto índice de estupros a mulheres em Rio das Ostras e defendem a ideia de que a mulher deve ter domínio total sobre seu corpo", detalhou o estudante, que não participou do ato, mas recebeu informações e fotos de amigos que estavam na festa.

Em outras fotos mulheres aparecem nuas num suposto ritual de magia negra, inclusive, com uso de um crânio humano. Um estudante da instituição, que pediu para não ser identificado, contou que as bebidas alcoólicas usadas na festa ficaram armazenadas dentro do novo anexo da UFF. 

"Normalmente os alunos fazem festas assim dentro da faculdade, com venda de bebidas e uso de drogas inclusive, mas nunca aconteceu nenhum problema. O pessoal do curso de Produção Cultural tem o hábito de fazer intervenções culturais. O mais polêmico que eu tinha visto foi quando uma garota tirou a roupa e recitou uma poesia. 

O diretor do pólo permitiu o armazenamento de bebidas dentro da universidade. O uso de drogas é praticamente liberado. Precisamos de uma intervenção urgente", disse.

A Administração Central da UFF informou que está tomando ciência e todas as providências necessárias para esclarecer o que aconteceu no campus de Rio das Ostras. A reitoria afirmou que vai abrir imediatamente uma comissão para apurar os fatos.  De acordo com a delegada titular da 128ª DP (Rio das Ostras), Carla Tavares, o caso não foi registrado.

VEJAM AS FOTOS SEM TARJA! 



























COMENTÁRIO VINI SILVA

Psicólogos, Psiquiatras, Sociólogos, Antropólogos, Religiosos, poderiam identificar este ato de muitas maneiras, Culpa do Marxismo Cultural, Desestruturação Familiar, Psicopatia, Carência, Falta de amor próprio, de Alto Estima, uma tentativa de agressão a sociedade, falta de Deus, de princípios, de moral, de vergonha na cara, Apologia e Propaganda dos movimentos feministas e Gaysistas, falta de Política de Educação, Desgoverno, etc..

O fato que esse tipo de ato ou atitude em nada colabora para nada, só denigre as pessoas que o cometem, mostrando bem claro o que passa em suas mentes perturbadas e corações vazios. No fundo são pessoas mostrando que precisam de ajuda e tratamento espiritual, psíquico e emocional

Quanto ao ritual satânico delas em nada afeta ao Brasil, só a elas mesmas, além de tudo são burras, o mal que elas pensam estar fazendo a outros, estão fazendo a elas mesmas, isso prova que ao contrário do que muitos acreditam, estudantes Universitários podem ser a manifestação mais patente de idiotice, psicopatia e insensatez

São as pobres feministas que em suas loucuras manifestam toda a sua falta de Deus e apego ao mundanismo, destilando toda a sua insanidade.
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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Estudantes da Venezuela vem ao Brasil pedir socorro, e governo Dilma se cala

Líderes estudantis Venezuelanos vieram ao Brasil para revelar os graves abusos de direitos humanos cometidos pelo sucessor de Hugo Chávez, Nicolás Maduro. Eles também denunciaram a intromissão de Cuba na Venezuela. O objetivo de sua curta missão no Brasil é bem simples: pedir socorro ao Brasil.
Os jovens que vieram foram:
Gabriel Lugo: presidente do Centro de Estudantes de Arquitetura da Universidade Central da Venezuela, campus de Barquisimeto.

Eusebio Costa: presidente de Centro de Estudantes da Universidade Católica Santa Rosa, de Caracas.

José Martínez: conselheiro da Faculdade de Ciências Jurídicas e Políticas da Universidade Central da Venezuela, Caracas.
Eles chegaram ao Brasil na segunda-feira à noite. Na terça-feira, estiveram na Universidade de São Paulo (USP). Ali, estudantes brasileiros a favor do chavismo protestaram contra os jovens venezuelanos e houve certa tensão.
Eles vieram ao Brasil com muito sacrifício. Outros estudantes na Venezuela fizeram vaquinhas e pessoas da sociedade também ajudaram para que eles pudessem comprar a passagem
Eles viriam em cinco, mas um foi preso antes de embarcarem para o Brasil e outro, receoso, não embarcou. No final, só vieram três.
Jovens Venezuelanos com a Dra. Damares Alves.
Eles vieram para buscar ajuda na USP e no Congresso Nacional. Devido ao radicalismo esquerdista na USP, o grito de socorro deles mal foi ouvido.
No Congresso eles só tiveram apoio e espaço, além do PSC, graças à intervenção do Dep. Aroldo Oliveira e da Dra. Damares Alves. Com a documentação dos jovens, o deputado denunciou da tribuna (neste vídeo http://youtu.be/VG39uyvGRUA) o massacre de cidadãos venezuelanos nas mãos de um dos regimes mais tirânicos do continente americano.
Segundo sua denúncia, desde a instalação do regime chavista na Venezuela mais de 200 mil venezuelanos foram mortos.
Através da voz do Dep. Arolde, o grito de socorro de três jovens cristãos venezuelanos foi ouvido dentro do Congresso Nacional.
A agenda e organização desses estudantes em Brasília foi feita pelo Partido Social Cristão (PSC). Tudo cuidadosamente planejado e mantido em sigilo, para que tanto o governo venezuelano quanto seus aliados no governo brasileiro não impedissem a missão dos jovens em Brasília
Com a ajuda do Pastor Everaldo Dias e outros líderes dos PSC, os estudantes da Venezuela se encontraram com vários deputados e senadores, inclusive com o presidente do Senado e o presidente da Câmara dos Deputados, e depois foram defendidos, em Plenário, por senadores que pediram ao ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, proteção em sua volta para casa.
— Eles denunciam que do nosso país são enviadas armas, armas fabricadas no Brasil, que estão sendo vendidas à Venezuela e utilizadas na repressão às manifestações populares naquele país — informou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).

Alvaro Dias pediu ao ministro que acione a Embaixada do Brasil na Venezuela para receber os três estudantes já no aeroporto de Caracas, no próximo sábado (10), quando eles retornam a seu país. Segundo o senador, por terem vindo ao Brasil denunciar os abusos do governo venezuelano, eles estão sujeitos tanto ao risco de violência, como ao de serem presos ilegalmente, assim que chegarem em casa.
— O governo brasileiro tem a obrigação de estender a mão ao povo venezuelano nesta hora tão difícil — cobrou o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), acrescentando que os estudantes vieram ao Brasil em uma atitude de desespero, na tentativa de evitar mais mortes em seu país.
Em Plenário, o senador Magno Malta (PR-ES) cobrou da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) que ouça os relatos dos três jovens. Eles contaram aos parlamentares que mais de 250 mil pessoas morreram nos últimos 12 anos e que o país enfrenta hoje repressão e escassez de alimentos.
— O que faremos? Tiramos uma foto com eles e não fazemos nada? — questionou.
Por onde passaram no Congresso, os jovens pediram socorro.
Eles denunciaram que a Venezuela vem sofrendo intromissões escandalosas de Cuba, inclusive com a presença de agentes das Forças Armadas cubanas dentro do Exército venezuelano, desde o governo de Hugo Chávez [1999-2013].
“A participação de Cuba vem de muito tempo. Hoje temos bandeiras cubanas içadas em instituições públicas na Venezuela. A ingerência militar cubana é anticonstitucional. Nenhum país pode permitir outro país de mandar no seu próprio exército,” disse Gabriel Lugo.
Eles também denunciaram a importação de médicos cubanos à Venezuela — modelo também adotado no Brasil em 2013 pelo governo de Dilma Rousseff.
Vejam os vídeos abaixo





Pessoas inocentes estão morrendo na Venezuela e o povo brasileiro precisava saber a verdade.
Há anos o regime chavista está assassinando pessoas, e um dos grandes representantes evangélicos do Brasil, Ariovaldo Ramos, visitou a Venezuela duas vezes no passado para dar apoio ao ditador Hugo Chávez. No ano passado, Ariovaldo lamentou publicamente a morte do ditador, dizendo: “o melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Se esse elogio tivesse vindo de Fidel Castro, a múmia ditadora de Cuba, ninguém estranharia. Mas vindo de um pastor reformado que tem amplo espaço em meios reformados, presbiterianos e calvinistas — inclusive a Universidade Presbiteriana Mackenzie, considerada por alguns como bastião de indeterminado conservadorismo — é de assustar.
Em vez de dar espaço para evangélicos esquerdistas como Ariovaldo, Ricardo Bitun e outros, o Mackenzie bem que poderia dar oportunidade para os três jovens venezuelanos. Assim, eles não precisariam ser repudiados por estudantes esquerdistas da USP, os quais desconhecem o que é viver num regime que mata os inocentes e tapa a boca das vítimas.
Gabriel Lugo, Eusebio Costa e José Martínez conseguiram, totalmente desprotegidos e agora ameaçados por seu governo, vir ao Brasil e quebrar o silêncio imposto por uma tirania comunista. Eles mostraram ao Brasil que Hugo Chávez e seu legado político infernal não deixaram o mundo melhor. E, definitivamente, não deixaram a Venezuela melhor.
De acordo com a Folha de S. Paulo, Lugo disse acreditar que, se os brasileiros soubessem das violações de direitos humanos na Venezuela, não deixariam o governo do Brasil apoiar o chavista Nicolás Maduro. “Acredito que o Poder Executivo do Brasil não recebe as informações verdadeiras do que se passa na Venezuela. Se recebe está errado em apoiar esse regime ditatorial [de Maduro],” disse Lugo.
O Congresso Nacional agora tem as informações necessárias para cobrar a indecente união do governo brasileiro com o governo venezuelano.
O que se espera agora é que o Congresso não se omita nem seja conivente com a mortes e com a violação de direitos humanos na Venezuela.
A vinda dos jovens ao Brasil, durando de segunda até a próxima sexta, tem sido a maior manifestação de venezuelanos fora da Venezuela.
A Dra. Damares disse: “Temo pela vida do Gabriel, do Vicente e do Eusébio no retorno, são meninos, são tão jovens, mas movidos por uma coragem invejável. O PSC fez uma favor à Venezuela, ao Brasil e ao mundo.”
Com informações de Damares Alves, Agência Senado e Folha de S. Paulo.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Centenas de crianças e adolescentes Cristãs são sequestradas, estupradas e depois vendidas por muçulmanos na Nigéria

Campanha internacional pede orações pelas vítimas


Centenas de cristãs são sequestradas e vendidas por muçulmanos


Centenas de crianças e adolescentes cristãs são sequestradas, estupradas e vendidas por muçulmanos na Nigéria, o mundo se revolta.

Johanesburgo, 4 mai (EFE).- Uma das meninas sequestradas na Nigéria supostamente pelo grupo islâmico radical Boko Haram que conseguiu escapar denunciou que as reféns mais jovens são vítimas de até 15 estupros por dia, segundo o portal local 'The trent'.

A menor, uma das dezenas de meninas que foram raptadas em 14 de abril em uma escola de Chibok, no nordeste da Nigéria, afirmou que devido a sua virgindade ela foi entregue como esposa a um dos líderes da seita islâmica. Segundo seu depoimento, os sequestradores obrigaram as meninas a se converterem ao islamismo e ameaçavam degolá-las se negassem fazer sexo ou não seguissem suas instruções.

Após serem sequestradas no colégio, as crianças (dezenas das quais seguem em cativeiro) foram levadas a um campo da milícia fundamentalista na floresta de Sambisa, no estado de Borno, no norte do país e base espiritual e de operações do grupo.De acordo com organizações de direitos humanos, as menores foram obrigadas a se casar e, em alguns casos, os sequestradores as venderam como esposas por duas mil nairas cada uma (pouco menos de R$ 30).

Desde o dia 14 de abril, mais de 200 jovens estão desaparecidas. Elas foram levadas de um internato em Chibok, cidade do Estado de Borno, na Nigéria. Seus sequestradores pertencem ao grupo radical islâmico Boko Haram, famoso por perseguir e matar os cristãos nigerianos.

As estudantes tinham entre 16 e 18 anos, e se tornaram o mais novo símbolo de uma campanha internacional contra o tráfico humano. O governo nigeriano já se mostrou impotente para combater o Boko Haram, que não aceita que mulheres tenham acesso à educação.

A mídia internacional tem falado sobre o sequestro sem parar. As notícias mais recentes dão conta que elas foram levadas para os países vizinhos: Chade e Camarões. Ali, foram vendidas por cerca de US$ 15 (35 reais). Algumas se tornaram esposas de quem as comprou, outras são escravas sexuais.

O elemento mais chocante desse história triste veio à tona neste final de semana, quando o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, gravou um vídeo onde explica: “Alá me disse para vendê-las, elas são propriedades Dele. Vou fazer o que ele me pediu”. Todas as meninas eram cristãs e o fato de um líder islâmico ter colocado isso como vontade de Deus gerou protesto de vários grupos que lutam contra a perseguição religiosa no mundo.

Também surgiu relato de uma jovem que conseguiu fugir. Ela conta que algumas dessas meninas foram vítimas de estupros coletivos, cerca de 10 vezes por dia. Deborah Sanya, de 18 anos, conta que conseguiu escapar mesmo arriscando ser morta pelos muçulmanos. Ela passou a noite num bosque junto com outra menina que fugiu com ela. Seu testemunho tem oferecido detalhes terríveis do que está por trás desse ato covarde.

Tomados pelo desespero, cristãos nigerianos saíram às ruas no dia 1º de maio para protestar. Eles exigem que o governo tome atitudes enérgicas e resgate as jovens. Mesmo assim, nada de concreto foi feito. Há mais de uma década, os militantes do Boko Haram usam da religião para tentar derrubar o governo e estabelecer um Estado islâmico na região.

Algumas fontes afirmam que o número de sequestradas é de 220, enquanto outros apontam para até 270. Não se sabe quantas estão vivas. A Associação Cristã da Nigéria, um dos maiores grupos a reunir igrejas no país tem feito campanhas de jejum e oração pelas jovens e pedem auxílio nesse sentido a todos os cristãos do mundo. 
Com informações The Guardian, CNN e World Watch Monitor
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