segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Documentos da CIA disponibilizados na Internet atestam a veracidade do fenômeno dos OVNIs / UFOs


Para aqueles que duvidam da realidade do fenômeno dos OVNIs, nada como documentação oficial governamental para dar respaldo a ela. E é exatamente isto que pode ser encontrada no site da Central Intelligence Agency – CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos), embora seja uma pequena parte desta documentação altamente censurada.

O topo da página  da coletânea de documentos na língua inglesa inicia da seguinte forma:

OVNIS: Fato ou Ficção?

Esta coletânea cataloga informações da CIA sobre este assunto [OVNIs] desde a década de 1940 até o início da década de 1990.  A maioria dos documentos dizem respeito aos documentos enviados por telex (cables) relatando casos não substanciados de avistamentos de OVNIs pela imprensa estrangeira, e também intra memorandos da Agência sobre como ela lidou com as perguntas da população sobre os avistamentos de OVNIs.  Para informação mais recente da CIA sobre OVNIs, veja o artigo “CIA’s Role in the Study of UFOs, 1947-90” na página do Centro para Estudo de Inteligência (https://www.cia.gov/library/center-for-the-study-of-intelligence/index.html).  Os artigos estão localizado em On-line Publications sob “Studies in Intelligence” section, specifically semi-annual Edition #1, 1997.
Embora, como o texto acima indica, a CIA classificou os casos como ‘não substanciados’, está bem claro que a agência levava a questão dos OVNIs muito a sério e ainda o faz, apesar de não admitir. 
Veja abaixo trechos traduzidos de dois documentos, os quais falam sobre ocorrência do fenômeno na Argentina:
25 de maio de 1962
OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS — Buenos Aires — A aparição de objetos voadores não identificados sobre a cidade de Bahia Blanca, sul de Buenos Aires, está causando os mais variados comentários entre as pessoas de lá.  A ocorrência mais extraordinária foi em 21 de maio, quando muitas pessoas observaram  um corpo luminoso estranho que pairou por sobre a cidade por muitos minutos, e então o viram desaparecer rapidamente.  Um fotógrafo local foi capaz de tirar duas fotos do objeto, que parecia ter uma forma oval luminosa na foto.  O Observatório Astronômico de Cordoba está compilando os dados sobre este fenômeno, o qual tem sido observado em outras regiões da Argentina, embora não tão claramente quanto em Bahia Blanca.  O observatório pediu à população para submeter suas observações, a fim de que seja determinado se o fenômeno foi um grupo de meteoritos, parte de um satélite artificial, ou devido a outras causas.  (Lima AFP Espanhol, América Latina 0354 BMT 25 de maio de 1962 — W)  Um objeto luminoso que estava cruzando os céus por sobre Bahia Blanca foi fotografado por um repórter do jornal local NUEVA PROVINCIA, segundo o jornal.  O repórter estava caminhando pela rua quando notou o objeto pela primeira vez.  Vendo que o objeto não estava deixando a cidade, ele dirigiu até o Canal Maldonado e tirou várias fotos; uma delas bem o momento que o misterioso objeto parou e mudou sua rota. Isto foi quando o objeto estava mais próximo da Terra.
5 de julho de 1965
DISCOS VOADORES NA ANTÁRTICA – Um grupo de discos voadores vermelho, verde e amarelo foram vistos por bases argentinas, chilenas e britânicas na Antártica, sobrevoando a Ilha Decepcion.  Os discos voadores também foram vistos voando em formação sobre as Ilhas South Orkney, em ligeiros círculos. (Buenos Aires ANSA Espanhol 1556 GNT 6 de julho de 1965 – P)
Algo que não deve ser deixado de se notar é o título utilizado pela agência na apresentação de sua página sobre o fenômeno: UFOs: Fact or Fiction?, ou OVNIs, Fato ou Ficção?
Parece que nem mesmo a CIA sabe definir o fenômeno, pois apesar de ter postulado esta pergunta derradeira, ela deixou a resposta em aberto.

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Operação Prato talvez seja o mais extraordinário fenômeno UFO já acontecido no Planeta, e aconteceu no Brasil. Creio que este evento não deixa mais dúvidas nenhuma sobre a existência de OVNIS

Entenda o caso
Operação Prato foi o nome dado a uma operação realizada pela Força Aérea Brasileira em 1977 e 1978, através do seu Comando Aéreo Regional em Belém, para verificar a ocorrência de estranhos fenômenos envolvendo luzes hostis relatados pela população do município de Colares, estado do Pará, Brasil.

Sob o comando do Capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que deu o nome à missão e formada por mais de duas dezenas de militares , a equipe investigou a área que fica no litoral próximo ao município de colares, munidos de câmeras fotográficas e filmadoras de 8 e de 16 mm. Seu principal objetivo era observar e registrar, de todas as formas possíveis, as estranhas e inexplicáveis manifestações relatadas pelos habitantes. 
O posto médico da cidade havia realizado atendimentos a diversas pessoas vítimas de queimaduras cujos responsáveis, segundo a população, eram estranhas luzes vindas do céu. 

O fenômeno era conhecido como chupa-chupa e a história estava criando certa histeria entre os moradores que, buscando uma controversa explicação religiosa, atribuía os ataques ao "diabo, que estaria na Terra para atacar os cristãos". Enquanto esteve na cidade, a equipe de Hollanda Lima conseguiu restabelecer a ordem e evitar o pânico, que levava muitos cidadãos a se organizarem para fazer vigílias e usar fogos de artifício na tentativa de afugentar as misteriosas luzes.
A operação durou pouco mais de quatro meses e nos dois primeiros, a equipe do Capitão Hollanda Lima não registrou ocorrências, porém o cenário iria se modificar radicalmente segundo o militar.

Em 1997, vinte anos depois, Hollanda Lima concedeu uma entrevista aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit relatando os acontecimentos e as atividades de sua equipe nos dois últimos meses da operação. Segundo ele, sua equipe presenciou as mais surpreendentes e estranhas manifestações de natureza desconhecida. Além de ter presenciado, os militares registraram os erráticos movimentos de pequenos objetos luminosos que julgou serem “sondas ufológicas”.

 Constataram também a presença de gigantescas naves que executavam manobras que destruiriam qualquer aeronave conhecida. Seriam maiores que “um prédio de trinta andares” em seu comprimento e emitiam luzes de várias cores. Tais “espaçonaves” recolhiam regularmente as “sondas pesquisadoras”.

Em sua entrevista, Hollanda Lima declarou que dois agentes do Serviço Nacional de Informação, também tiveram a oportunidade de presenciar estas manifestações envolvendo os objetos gigantes. O capitão pôde fotografar e filmar diversos tipos de luzes, das mais diversas dimensões. As cores também variavam e supunha ele que indicavam a função ou o tipo de manobra do “aparelho”.

A equipe também recolheu relatos incríveis contados pela população ribeirinha. Alguns envolvendo seres luminosos saídos do interior de estranhos objetos. Esses seres arrebatavam pessoas com sua luminosidade. Outros sugavam o sangue das pessoas que capturavam. Um fato registrado é que na maioria dos episódios havia a presença de uma ou mais testemunhas.
A Operação Prato foi tema de um documentário do The History Channel, que no Brasil foi exibido com o título O Caso Roswell Brasileiro, dentro da série Arquivos Extraterrestres.

Originalmente, o Capitão Hollanda Lima dizia que apesar de crer na possibilidade de vida extraterrestre não acreditava ser esse o caso dos registros visuais em Colares, contudo mudou radicalmente a sua opinião durante o tempo em que esteve na região, pois teria visto, filmado e fotografado OVNIS sobrevoando a cidade, próximo aos locais onde o pessoal de sua equipe estava instalado.

O comando da Aeronáutica oficializou o término da operação após quatro meses e ordenou o regresso da equipe. Porém o capitão disse que tentaria investigar ainda por conta própria. As luzes continuaram a ser vistas em Colares por algum tempo mas não com a mesma intensidade e casos de vítimas das queimaduras não foram mais registrados.

Uyrangê Bolívar Hollanda Lima foi encontrado morto em sua casa na Região dos Lagos no Rio de Janeiro em 2 de Outubro de 1997, ou seja, dois meses após sua entrevista ser dada. Ufólogos que ficaram amigos do militar afirmam que Uyrangê passava por uma profunda depressão devido a experiência que sofreu com os fatos ocorridos e portanto cometeu suicídio, enquanto uma outra corrente de ufólogos afirma não acreditar que Uyrangê tenha cometido suicídio, lançando suspeitas sobre uma conspiração de assassinato. Todo o material registrado pela sua equipe durante a Operação Prato ficou em posse da FAB, que só começou a liberar os arquivos ao público em 2008.

DOCUMENTÁRIO FEITO PELA REDE GLOBO SOBRE O CASO
 http://www.youtube.com/watch?v=DJAb0MjQ_sM


OUTROS RELATO OFICIAIS IMPRESSIONANTES

Primeiro-Ministro russo revela em off a existência de ExtraTerrestres



Comunicado estarrecedor do ex-ministro da Defesa do Canadá 

Acho realmente que não existem mais dúvidas quanto a existência, não digo de seres extraterrestres, mas de OVNIS, isso ta muito claro em documentos oficiais. A operação Prato, o que aconteceu no Brasil em Colares é realmente impressionante, pois toda a cidade viu e acompanhou, bem como militares da Aeronáutica em missão oficial. Certo que não estamos sós, o que resta saber é o desfecho de tudo isso, religiosos, filósofos, paranormais tem suas explicações, a Própria Bíblia relata fenômenos de OVNIS, sou Teólogo e Historiador e ja estudei com alguns Doutores na matéria esses fenômenos descritos nas Escrituras Sagradas, porém fiquemos apenas,no momento com as evidências  e relatos de autoridades.
Deixe suas observações abaixo


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Será mesmo que a PLC 122 foi sepultada, ou é só uma jogada para algo pior ?

 PL122 foi sepultada. Vitória? Não! Agora é a "Lei Alexandre Ivo" que já está sendo elaborada!


Depois de longos 7 anos, a PL122 está definitivamente derrubada! Mas devemos tomar cuidado...
Vejo grande parte dos cristãos que faziam oposição à este projeto de lei, cantando vitória, como se fosse uma grande dádiva de 'Deus'...

Será mesmo?
Ou tudo isso não passa de jogo político de Dilma, para tentar conservar a imagem de sua campanha perante os cristãos, visando as eleições de 2014?

O PL122, que resistia desde 2006, foi sepultado sim, porém as leis "contra a homofobia" que criminaliza uma simples opinião, crítica e oposição contra o comportamento homossexual, foi apensado, ou seja, anexado ao novo código civil... ainda existe uma possibilidade deste texto voltar.

Outro motivo para nos atentarmos também, é que já existe pronto para ser votado a 'Lei Alexandre Ivo', a exemplo da Lei Maria da Penha, lei que tornou mais rigoroso o tratamento de crimes cometidos contra a mulher. O nome da lei foi colocada em homenagem ao adolescente que foi assassinado supostamente por ser gay.

O novo texto do projeto foi elaborado em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

Agora o projeto está sob análise dos integrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), o texto substitui o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da ex-deputada lara Bernardi, do qual Marta é relatora.
Devemos compreender que os globalistas não desistirão até estabelecer sua agenda imoral!
Não se iludam com os líderes religiosos que estão na mídia cantando uma suposta vitória, que na verdade não existiu!
Confira o restante da matéria:
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Na tarde dessa terça-feira (17), o Plenário do Senado aprovou um requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), para que a PLC-122/2006, proposta que ficou conhecida como “projeto da homofobia”, seja apensada ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012). Dessa forma, a PLC-122 passaria a tramitar junto com a reforma PLS-236, tendo suas discussões e votações unificadas.

O apensamento, aprovado com 29 votos favoráveis, 12 contrários e duas abstenções, motivou críticas por parte dos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Paulo Paim (PT-RS), que afirmam que a tramitação conjunta das duas propostas irá enfraquecer o debate sobre a criminalização da homofobia. O simbólico fim da PLC-122 aconteceu pouco depois da orientação feita pela presidente Dilma Rousseff ao Senado para não votar a proposta até as eleições de 2014.

Suplicy pediu a verificação de quórum para que seja realizada votação norminal do requerimento. Já Paim, afirma que o requerimento perdeu o seu objeto, uma vez que a comissão especial de senadores criada para examinar o projeto de reforma do Código Penal já aprovou, também nesta terça-feira, o relatório final elaborado pelo senador Pedro Taques.

Eduardo Lopes explicou seu requerimento afirmando que não há sentido para que as propostas tramitem separadamente, visto que tratam de assuntos correlatos. O senador Magno Malta (PR-ES) manifestou apoio a Lopes afirmando que a criminalização da homofobia depende da tipificação desse crime no Código Penal, o que justifica tal apensamento.

O apensamento da proposta foi bem recebido entre críticos da PLC-122, como o articulista cristão Paulo Teixeira, que comentou a aprovação do requerimento de Eduardo Lopes como o “sepultamento” da PLC-122.

- Com o sepultamento desse famigerado projeto de lei, as famílias brasileiras estão livres de mais um projeto que visava implantar a ditadura gay – comentou Teixeira.

Com informações de: http://noticias.gospelmais.com.br

 Foi fácil demais... O que pode estar por trás do suposto fim da PL 122/06?

LEDO ENGANO VISTO, DE QUE A PL 122 ACABOU. NÃO, SÓ TROCARÁ DE INSTITUIÇÃO!
Por Casando o Verbo

A PL 122 para quem não sabe era a lei que pretendia criminalizar a opinião conservadora que inflige críticas não violentas ao comportamento homossexual, críticas estas em boa parte com fins de conversão de conduta espiritual para a reedificação do indivíduo.
Por um movimento duro e constante da bancada conservadora no congresso, este projeto de lei foi sepultado para sempre.

Porém o que a esmagadora maioria dos conservadores brasileiros não sabe, é que o intento por trás da PL 122 tende a sair do projeto de lei para ser remetido aos tribunais. Ou seja, o que a lei não fez o judiciário fará.

Mas como assim? Isso é possível dentro do nosso ordenamento jurídico?
A esmagadora maioria dos juristas conservadores responderá com um acachapante NÃO, NÃO é possível um crime sem lei anterior que a defina.
É mesmo? Eu digo que é possível.
A maioria dos juristas conservadores é positivista, e isso significa que eles pretendem que o sociedade seja regida pelo direito positivado, isto é, pelo direito escrito em LEIS.

Porém, o que os juristas conservadores, a maioria esmagadora ao menos, não sabe, e disso eu tenho certeza que não sabem,é que existe uma corrente ideológica dentro do poder judiciário, mais especificamente dentro dos tribunais, chamada GARANTISMO.

Mas que raios é garantismo? Em palavras mais simples é o marxismo cultural nos tribunais. Este garantismo nasceu com o iluminismo francês e foi aprimorado com as teorias de Gramsci.

Mas em termos jurídicos o garantismo é a superposição de princípios constitucionais sobre as leis.
Ou seja, através deste garantismo SE GARANTE ao indivíduo a proteção de um direito individual DELE contra leis que o estado dito opressor lhe impõe.

Alguns dirão - Mas espere aí...Então, se o direito individual prevalece e a livre manifestação da opinião é um direito individual, então não há com o que se preocupar, pois continuará o direito à crítica.

Novamente, ledo engano. Como o garantismo é o instrumento revolucionário dentro da justiça, ele tem por fim destruir qualquer forma de poder sobre o indivíduo e mais que isso, fomentar a revolução que redundará no caos.

O garantismo não respeitará exatamente LIBERDADES, mas como todas as linhas do marxismo cultural, atacará liberdades em favor de libertinagens.

Esta eterna luta em que os conservadores vêm se embrenhado para tentar explicar que liberdade difere de libertinagem, coisa aparentemente difícil de dissociar, também não é compreendida por muitos juízes, promotores, advogados e outros juristas, que se julgam eruditos, cultos, etc.

A existência escancarada do garantismo é considerar, COMO PÔDE o STF possibilitar a união civil homossexual se a C.F. é expressamente contra! Através do garantismo.
Garantiram a estes indivíduos esta "liberdade" e esta "igualdade" revolucionária dizendo que os princípios constitucionais podem declarar que a própria constituição é inconstitucional.

Ou seja, o que a C.F. prevê não vale quando vai contra os princípios da C.F.

Para o bem da verdade, como os princípios constitucionais são duais ou melhor de interpretação NO MÍNIMO dúbia, e isso TODOS eles...no final quando o garantismo for totalmente instalado nos tribunais brasileiros, o congresso se tornará inútil, pois quem legislará será o próprio juiz à sua bel interpretação dos princípios.

Claro, que a interpretação das causas de interesse maior ficará SEMPRE nas mãos do STF, pois já premeditadamente o sistema marxista implantou o que chamamos de Súmula vinculante, obrigando TODOS os juízes do Brasil a decidirem VINCULADAMENTE à decisão já exarada na Súmula Vinculante do STF.

Assim meus amigos, tudo o que o congresso barrar, a justiça garantista GARANTIRÁ.

O fim de tudo isso será a revolução armada, seguida do derramamento de sangue, pois a falência do sistema positivista vem pelo garantismo que impede por exemplo, o estado de punir criminosos adequadamente, estimulando o crime e o caos, considerando que os criminosos são frutos primeiramente da opressão capitalista, e depois vítimas do sistema jurídico burguês que pretende puni-los.

Esta é minha opinião, é um alerta aos juristas que, educados em faculdades marxistas nunca sequer ouviram falar em garantismo e um alerta à nação de que só haverá volta de todo este caos através de um milagre de Deus, que, sinceramente, não vislumbro, considerando que a vontade CEGA do povo brasileiro não é ser agraciada com este milagre.

Filha do ex Presidente Lula também enriquece com desvio de dinheiro público

FILHA DO EX PRESIDENTE LULA TAMBÉM ENRIQUECE COM DINHEIRO PÚBLICO

Fundada pela filha de Lula, Lurian, a ONG "Rede 13 Santa Catarina", de Blumenau, recebeu mais de R$ 20 milhões, foi aberta em abril de 2003 e fechada em seguida, em agosto de 2003.
 
Lurian sorri na certeza da impunidade  
Usada apenas como fachada para pagar as contas de Lurian e... para comprar o seu magnífico apartamento em Florianópolis, o esquema operacional era coordenado por Eurides Mescolotto, que Presidente do BESC e ex-marido de Ideli Salvatti (olha ela aí de novo).

Lurian sorri na certeza da impunidade  

Em Florianópolis, é comentário em todas as rodas, de que Lurian, anda cercada por um aparato de 20 pessoas e 8 automóveis, e que comprou o seu apartamento "com dinheiro do Fome Zero". 
  
Lurian ja rica olha desconfiada
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Líderes do PT se mobilizam para Blindar filha de Lula em CPI




A senadora Ideli Salvatti (SC), foto acima, líder do PT no Senado, admitiu hoje que a base aliada do governo pressionou o PMDB a retirar a indicação do senador Valter Pereira (PMDB-MS) para a relatoria da CPI das ONGs no Senado. 


Segundo Ideli, Pereira adotou uma postura de oposição na semana passada que poderia prejudicar o governo na comissão --quando os "franciscanos" do partido rejeitaram a medida provisória que criou a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo da Presidência da República.



"Se a presidência é da oposição e a relatoria é do governo, é do governo. Isso criou uma situação constrangedora para o PMDB", afirmou.



Ideli confirmou a indicação do senador Inácio Arruda (PC do B-CE) para o cargo, mas negou que a mudança seja uma estratégia para blindá-la na comissão, ou mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva --a filha de Lula, Lurian, é acusada de receber recursos para a ONG "Rede 13" e depois fechar a organização.

"Eu não devo, não temo, não estou envolvida, não tem nada na investigação envolvendo o meu gabinete ou pessoas que trabalham comigo, nem emendas para a Fetraf [Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul]", disse a senadora. "O que não pode é trazer para a investigação só porque tem, quem sabe, talvez, a possibilidade de investigar [a ONG de Lurian]."

Ideli é acusada de envolvimento em supostas fraudes na Fetraf-Sul. De acordo com reportagem publicada na "Veja", a Fetraf-Sul recebeu R$ 5,2 milhões, entre 2003 e 2007, da União. O Ministério Público acusa a entidade de desviar dinheiro público que deveria ser usado para formar e qualificar mão-de-obra na área rural.

A senadora é apontada, pela reportagem, como ligada aos principais envolvidos nas fraudes. Já Lurian trabalhou na "Rede 13" que, após seis meses de atuação, encerrou os serviços.

Fim do mundo

Ideli cobrou que a comissão realize seus trabalhos de forma isenta, sem se transformar em uma "CPI do fim do mundo" --a exemplo do que ocorreu com a CPI dos Bingos. "Se esta CPI tiver como objetivo reproduzir a CPI dos Bingos, que só vai trazer para investigação o que vai atingir o presidente Lula, o governo e o PT, nós não estaremos prestando um grande serviço à nação", afirmou.

Ideli convocou entrevista coletiva para se explicar sobre a substituição de Pereira na relatoria. A senadora divulgou uma pasta com cópias de e-mails e documentos para comprovar que não têm ligações diretas com a Fetraf-Sul. "Eu não tenho emendas para a Fetraf, somente para a agricultura familiar em Santa Catarina", afirmou.


Fonte - Gazeta do Brasil
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Até quando vamos olhar calados o PT desviar recursos públicos para benefício próprio?
São milhões e milhões de dinheiro público, dinheiro de impostos que a população é obrigada a pagar que ao invés de retornarem em benefícios para a própria população, vai para beneficiar toda essa corja de corruPTos e ladrões socialistas. 


Isso é uma vergonha, o Brasil é roubado, espoliado na cara dura por um Governo populista e corrupto que dá uma esmola para a classe miserável com o intuito claro de calar a boca dessa parte da população e recrutá-los para seu curral eleitoral, enquanto a classe média é cada vez mais prejudicada e sufocada com aumento de impostos de todo tipo, sem falar dos aluguéis. Enquanto Lula e seus filhos estão Milionários a população esta cada vez mais apertada. Acorda Brasil !!!!
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Veja Também:
Um basta a Esquerda CorruPTa do Brasil !!!

Cientistas apontam que a origem da vida pode estar no Barro

 Cada vez mais a Ciência comprova a Bíblia


 O Livro de Gênesis na Bíblia Sagrada afirma que Deus formou o homem do pó da terra. Este evento pode agora ser confirmado por um estudo realizado por cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York.

Liderados pelo professor de engenharia biológica e ambiental Dan Luo, o estudo indica que alguns tipos de argilas facilitaram a formação


de moléculas orgânicas que tornam possível a vida no planeta. Essa argila contém uma série de minerais, como alumínio, silício e oxigênio, e sua composição forma uma substância chamada “hidrogel”.

Trata-se de um polímero que forma um conjunto de espaços microscópicos capazes de absorver líquidos, tais como uma esponja, em que são produzidas as reações químicas para a síntese de proteínas, DNA e as células vivas.

O material sugere que “nas origens da história geológica, o hidrogel exerceu a função de contenção de biomoléculas que catalisam reações bioquímicas”. Para testar a sua hipótese, os pesquisadores usaram hidrogéis sintéticos. Ficou comprovado que o material celular formou as proteínas que codificam o DNA.

Hidrogéis de argila poderiam ser um lugar seguro e protegido para as moléculas orgânicas longas, evitando a sua degradação por influência externa, até a membrana que envolve as células vivas foi desenvolvida para criar a chamada “sopa primordial”, onde a vida apareceu, afirmam os pesquisadores.

Esse tipo de barro (argila) mostrou-se um caminho promissor para as biomoléculas, que tendem a aderir à sua superfície, quando ele se comporta como um hidrogel. O professor Luo garante que o hidrogel de argila protege melhor seu conteúdo das enzimas “nucleases” (consideradas prejudiciais) que podem desmantelar o DNA e outras biomoléculas.

Colabora para isso os relatos de eventos geológicos, que coincidiriam com os eventos biológicos. Ainda é preciso estudar como essas máquinas biológicas evoluíram, reconhece Luo. Com informações Telegraph e CBN.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Demônio aparece na hora que duas meninas dançam Funk

Demônio do Funk se manifesta


Um Homem identificado como Salomão Carvalho afirma que o “demônio do funk” aparece em vídeo no qual duas meninas dançam funk. Diz ele: “Eu conheço isto porque tenho dons espirituais. E não é montagem este vídeo, pois quando estamos assistindo sentimos a presença maligna do diabo. Alguns podem sentir arrepio, outros tontura, e outros ainda sentem ânsia de vômito enquanto assistem este vídeo”, garante o Homem

Em depoimento no blog dele, o líder espiritual diz que “o diabo tomou conta da juventude com esta dança maligna do funk”. O Salomão ainda acrescenta que “precisamos de políticas públicas para proibir este tipo de dança, que só atrai prostituição, drogas, armas, crimes e alienação entre os nossos jovens”.

Nas imagens, realmente é possível ver um vulto atrás das meninas, que de acordo com o Salomão, “volta para observar no vão da porta”. O vídeo foi gravado há alguns meses, mas a análise foi feita recentemente e comprovado que não é montagem mas original.

Olha, eu confesso que também senti algo muito estranho, um mal estar, e você ? deixe seu comentário..
O Funk é de Deus, ou um tipo de música usado por forças malignas para perverter a juventude, no sexo livre, drogas, prostituição, crimes, etc..

VEJA O VÍDEO E PREPARE-SE !!!



domingo, 24 de novembro de 2013

“Socialismo X Capitalismo” Professor reprovou classe inteira !

Provando o erro do socialismo

Professor Economia

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a

riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Depois de calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

VEJA TAMBÉM !!!!

A verdadeira doutrina defendida por Karl Marx

 O segredo para se entender o intrincado e maciço sistema de pensamento criado por Karl Marx (1818-83) é, no fundo, bem simples: Karl Marx era um comunista.  Sim, uma declaração aparentemente banal e estereotipada quando comparada à miríade de conceitos — repletos de jargões — filosóficos, econômicos, históricos e culturais presentes no marxismo.  No entanto, a devoção de Marx ao comunismo era o ponto crucial de sua teoria, muito mais fundamental e dominante do que a dialética, a luta de classes, a teoria da mais-valia e todo o resto. 
 O comunismo era o objetivo, o grande fim, o desiderato, a meta suprema que iria fazer com que todo o sofrimento da humanidade ao longo da história houvesse valido a pena.

A história da humanidade é a história do sofrimento, da luta de classes, da exploração do homem pelo homem.  Da mesma maneira que o retorno do Messias, na teologia cristã, colocaria um fim à história e estabeleceria um novo céu e uma nova terra, o estabelecimento do comunismo colocaria um fim à história humana e criaria um novo paraíso de abundância.

Façamos uma análise dos principais pontos do comunismo marxista.  Ao contrário dos vários grupos compostos por socialistas utópicos, e em comum a vários grupos religiosos messiânicos, Karl Marx não fez nenhum esboço detalhando as características de seu futuro comunismo.  Marx não se preocupou, por exemplo, em detalhar o número de pessoas que viveriam em sua utopia, nem o formato e a localização de suas casas, e nem o padrão de suas cidades.  Isso é compreensível; afinal, todas as utopias que são detalhadas pormenorizadamente por seus criadores inevitavelmente adquirem um aspecto de indelével excentricidade, o que retira um pouco da seriedade da proposta. 

Porém, ainda mais importante, especificar os detalhes da sociedade ideal imaginada é um ato que remove o crucial elemento de reverência e mistério deste supostamente inevitável mundo do futuro.  Da mesma maneira que os atuais filmes de ficção científica perdem seu glamour e emoção quando, na metade final, os misteriosos, poderosos e até então invisíveis monstros se materializam em lentas e verdes criaturas em formato de bolha, as quais já perderam sua aura misteriosa e se tornaram um lugar-comum, as utopias detalhadamente especificadas também deixam de exercer fascínio sobre a maioria das pessoas.

No entanto, dentre todas as visões do comunismo já apresentadas, certas características são claramente iguais: a propriedade privada é eliminada, o individualismo é abolido, a individualidade é proibida, todas as propriedades passam a ser controladas de forma coletiva, e todas as unidades individuais do novo organismo coletivo são, de uma vaga maneira, iguais umas às outras.

Havia um motivo para Marx se recusar a especificar como seria a etapa comunista da humanidade em maiores detalhes: sua utopia era reconhecidamente vaga e indefinida.  De um lado, Marx pressupunha e afirmava que, na futura sociedade comunista, os bens seriam superabundantes.  Sendo assim, obviamente, não haveria nenhuma necessidade de se preocupar com aquele problema universal da humanidade: o fato de que vivemos em um mundo de escassez, no qual os recursos utilizados para se alcançar determinados fins não inexoravelmente escassos.  Porém, ao supor a ausência deste problema, Marx simplesmente legou um enigma para suas futuras gerações de seguidores, os quais, desde então, ainda não chegaram a um consenso em relação à seguinte questão: afinal, o comunismo irá ele próprio gerar este mágico estado de superabundância, ou será que temos de esperar o capitalismo produzir esta superabundância para, só então, estabelecermos o comunismo?

De modo geral, os grupos marxistas resolveram este problema — não na teoria, mas na prática — aderindo ferrenhamente a qualquer oportunidade ou arranjo político que os permitisse conquistar ou manter seu poder.  Sendo assim, todos os partidos marxistas, sempre que viram uma oportunidade de tomar o poder, se mostraram invariavelmente dispostos a pular as "etapas da história" predefinidas por seu Mestre e a exercer suas próprias e arbitrárias vontades revolucionárias.  Da mesma maneira, todas as elites marxistas que já se encontravam encasteladas no poder tiveram o cuidado de constantemente adiar para um futuro cada vez mais indefinido, com muito cuidado e astúcia, a implementação do objetivo final do comunismo.  Por isso os soviéticos, por exemplo, foram céleres em enfatizar o trabalho duro e o gradualismo como pré-requisitos para se alcançar o estágio supremo do comunismo, o qual teimava em jamais se concretizar.

Há vários outros prováveis motivos por que Marx não quis detalhar as características do comunismo supremo — ou, mais especificamente, as etapas necessárias para alcançá-lo.  Primeiro, Marx não tinha nenhum interesse nos aspectos econômicos de sua utopia; a simples pressuposição circular de que haveria uma abundância limitada já era o bastante.  Seu principal interesse estava nos aspectos filosóficos do comunismo.  Segundo, para Marx, assim como para Hegel, a história necessariamente progride de acordo com uma dialética mágica, na qual uma etapa inevitavelmente dá origem a uma outra etapa posterior e contrária.

 Na versão neo-hegeliana de Marx, a "alienação" e o processo "dialético" gerariam a aufhebung (transcendência) e a negação de uma etapa histórica, a qual seria substituída por uma outra etapa contrária à anterior — mais especificamente, a negação da condição maléfica da propriedade privada e da divisão do trabalho, e o consequente estabelecimento do comunismo, gerariam uma sociedade em que a unidade do homem com a natureza e seu bem-estar pleno seriam alcançados.  Exceto que, para Marx, a "dialética" é material em vez de espiritual.

Marx nunca publicou seus Manuscritos Econômicos e Filosóficos de 1844, nos quais as bases filosóficas do marxismo foram apresentadas.  Um ensaio em particular, "Propriedade Privada e Comunismo", continha a mais completa exposição da sociedade comunista.  Um dos motivos para sua recusa em publicar estes manuscritos foi que, nas décadas seguintes, a filosofia hegeliana já havia saído de moda, mesmo na Alemanha, e os seguidores de Marx estavam mais interessados nos aspectos econômicos e revolucionários do marxismo.

O comunismo puro
Outro importante motivo por que Marx não quis publicar estes manuscritos foi justamente a sua descrição franca e sincera da sociedade comunista no ensaio "Propriedade Privada e Comunismo".  Além de apresentar um conteúdo totalmente filosófico, em vez de econômico, Marx descreveu uma etapa horripilante — porém supostamente necessária — de como seria a sociedade imediatamente após a violenta e necessária revolução mundial do proletariado, e antes de o comunismo supremo ser finalmente alcançado.  Seria a sociedade da etapa de transição.  Esta sociedade pós-revolucionária de Marx — aquela do comunismo "puro", "cru" ou "grosseiro" — não era exatamente um tipo de sociedade que estimularia as energias revolucionárias de seus fieis.

Mais notavelmente, a descrição feita por Marx de como seria a primeira etapa da sociedade pós-revolucionária, a qual ele classificou de "comunismo grosseiro", especifica uma tentativa de se impor o igualitarismo por meio do confisco e expropriação selvagem e cruel da propriedade privada, seguida de sua destruição.  Adicionalmente, as mulheres seriam coercivamente coletivizadas, bem como toda a riqueza material.  Com efeito, a avaliação de Marx sobre o comunismo grosseiro, a etapa da ditadura do proletariado, não era muito romântica:

Esse movimento que tende a opor a propriedade coletivizada à propriedade privada se exprime de uma forma completamente animal quando contrapõe o casamento (que é, evidentemente, uma forma de propriedade privada exclusiva) à coletivização das mulheres: quando a mulher torna-se uma propriedade coletiva abjeta.  Pode-se dizer que essa idéia da coletivização das mulheres contém o segredo dessa forma de comunismo ainda grosseiro e desprovido de espírito.  Assim como a mulher deve abandonar o casamento em prol da prostituição geral, o mesmo deve acontecer com o mundo da riqueza, o qual deve abandonar sua relação de casamento exclusivo com a propriedade privada para abraçar uma nova relação de prostituição geral com a coletividade.
Não bastasse isso, Marx reconhece que
O comunismo grosseiro não é a transcendência da propriedade privada, mas apenas a sua universalização; não é a derrota da ganância, mas apenas sua generalização; não é a abolição do trabalho, mas sim sua ampliação para todos os homens.  Destarte, a primeira forma positiva da abolição da propriedade privada, o comunismo grosseironão é senão uma forma na qual toda a abjeção da propriedade privada se torna explícita. [...]
Os pensamentos de toda propriedade privada individual são, pelo menos, dirigidos contra qualquer propriedade privada mais abastada, sob a forma de inveja e desejo de reduzir todos a um mesmo nível; destarte, essa inveja e nivelamento por baixo constituem, de fato, a essência da competição. O comunismo vulgar é apenas o paroxismo de tal inveja e nivelamento por baixo, baseado em um mínimo preconcebido.
E completa,
Eis a razão por que todos os sentimentos físicos e morais foram substituídos pela simples alienação trazida pela sensação da posse. A essência humana deveria mergulhar em uma pobreza absoluta para poder fazer surgir dela a sua riqueza interior!
Em suma, na etapa de coletivização da propriedade privada, aquelas características que Marx considera serem as piores da propriedade privada serão maximizadas.  Não somente isso, mas Marx admite a veracidade da acusação dos anticomunistas de que o comunismo e a coletivização nada mais são do que, nas palavras do próprio Marx, o paroxismo da inveja e do desejo de reduzir todos a um mesmo nível.  Longe de levar a um florescimento da personalidade humana, como supostamente afirma Marx, ele próprio admite que o comunismo irá aboli-la totalmente.

Estas incisivas ilustrações da maneira como Marx contemplava e avaliava como seria o período imediatamente pós-revolucionário muito provavelmente explicam a extrema reticência sobre este tópico que ele viria a demonstrar posteriormente em suas outras obras publicadas.

Mas se este comunismo é confessamente tão monstruoso, um regime de "degradação infinita", como alguém iria defendê-lo?  Mais ainda, por que alguém iria dedicar toda sua vida, e lutar uma revolução sangrenta, para implementá-lo?  Neste ponto, como frequentemente ocorre nas escritas e no pensamento de Marx, ele recorre novamente à mística da "dialética" — esta maravilhosa palavra mágica por meio da qual um determinado sistema social inevitavelmente produz sua negação transcendental e vitoriosa.  Segundo Marx, a dialética explica como toda a maldade existente — a qual, interessantemente, se materializa justamente na pós-revolucionária ditadura do proletariado e não no capitalismo que a precedeu — irá se transformar na mais completa e pura bondade.
O mínimo que se pode dizer é que Marx não consegue — e nem tenta — explicar como um sistema baseado na ganância absoluta irá se transformar em um sistema sem nenhum resquício de ganância.  Ele deixa tal tarefa a cargo da magia da dialética, sem aparentemente se dar conta de que agora não há mais a suposta força-motriz da luta de classes para impulsioná-la — a qual, mesmo sem existir, de alguma forma será capaz de transformar a monstruosidade do comunismo grosseiro em um paraíso inerente à etapa final do comunismo.

A dialética da destruição
Em sua cáustica obra Crítica ao Programa de Gotha, escrita em 1875 com o intuito de denunciar membros do Partido Social Democrata da Alemanha que estavam sob a influência de Ferdinand Lassalle, Marx afirma:
Na fase superior da sociedade comunista, quando houver desaparecido a subordinação escravizadora dos indivíduos à divisão do trabalho e, com ela, o contraste entre o trabalho intelectual e o trabalho manual; quando o trabalho não for somente um meio de vida, mas a primeira necessidade vital; quando, com o desenvolvimento dos indivíduos em todos os seus aspectos, crescerem também as forças produtivas e jorrarem em caudais os mananciais da riqueza coletiva, só então será possível ultrapassar-se totalmente o estreito horizonte do direito burguês e a sociedade poderá inscrever em suas bandeiras: De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades.
O que Marx está dizendo é que a característica essencial do mundo comunista não é exatamente nenhum princípio da distribuição de bens, mas sim a erradicação da divisão do trabalho, o que magicamente levaria ao desenvolvimento total das capacidades individuais e a um resultante fluxo de superabundância.  Curiosamente, em um mundo assim, o famoso slogan da última frase, ao contrário do que se tornou arraigado no imaginário popular, passa a ser de importância totalmente trivial.

A absoluta miséria e o total horror da etapa suprema (e, mais ainda, da etapa que possivelmente viria depois) do comunismo deveriam estar agora já totalmente aparentes.  A erradicação da divisão do trabalho iria rapidamente gerar a fome e a miséria econômica para todos.  A abolição de todas as estruturas de interrelações humanas traria enormes privações sociais e espirituais para todos os indivíduos.  Até mesmo o suposto desenvolvimento "artístico" intelectual e criativo das faculdades de todos os homens seria totalmente afetado pela proibição a todo e qualquer tipo de especialização.  Como pode o genuíno aperfeiçoamento intelectual ocorrer sem nenhum esforço concentrado?  Em suma, o pavoroso sofrimento econômico da humanidade sob o comunismo seria comparável apenas à sua privação intelectual e espiritual.

Considerando-se a natureza e as consequências do comunismo, rotular esta horrenda distopia de 'ideal nobre e humanista' é algo que pode, na mais benemérita das hipóteses, ser considerado apenas uma piada medonha, de gosto totalmente questionável.  A noção predominante de que o comunismo marxista é um ideal glorioso para os homens, mas que foi tragicamente pervertido por figuras como Engels, Lênin ou Stalin, pode agora ser colocada em uma perspectiva adequada.  Nenhum dos horrores cometidos por Lênin, Stalin ou quaisquer outros regimes marxistas-leninistas é equiparável à genuína monstruosidade contida no "ideal" comunista de Marx.

 Talvez a aplicação prática mais fiel à teoria marxista tenha sido o curto regime comunista de Pol Pot, no Camboja, o qual, ao tentar abolir por completo a divisão do trabalho, conseguiu impingir o banimento total do uso do dinheiro — de modo que, para receber suas ínfimas rações, a população dependia totalmente dos avarentos donativos fornecidos pela burocracia comunista.  Adicionalmente, o regime de Pol Pot tentou eliminar as "contradições entre cidade e campo", colocando em prática o objetivo de Engels de destruir as grandes cidades e de coercivamente despovoar a capital do país, Phnom Penh, o mais rapidamente possível.  Em poucos anos, o grupo de Pol Pot logrou exterminar um terço da população do Camboja, o que talvez seja um recorde em termos de genocídio.[1]
Dado que, sob o comunismo ideal, todos os indivíduos teriam de fazer de tudo, é evidente que muito pouco poderia ser realizado, mesmo antes da fome generalizada se manifestar.

 Para o próprio Marx, todas as diferenças entre indivíduos eram "contradições" que deveriam ser eliminadas pelo comunismo, de modo que, presumivelmente, a massa de indivíduos existentes teria de ser uniforme e perfeitamente permutável.  Haveria um coletivo no qual cada indivíduo efetuaria qualquer tarefa mesmo sem ter nenhuma especialização. 

Ao passo que, aparentemente, Marx ao menos postulava capacidades intelectuais normais até mesmo sob o comunismo, alguns marxistas posteriores sequer admitiam essa restrição.  Para eles, a realidade seria bem mais florida; haveria o surgimento de seres super-humanos, o que aliviaria enormemente as dificuldades geradas pelo comunismo.  Para Karl Kautsky (1854—1938), o marxista alemão que assumiu o manto da liderança suprema do marxismo após a morte de Engels em 1895, sob o comunismo "um novo tipo de homem irá surgir ... um super-homem ... um homem elevado".  Leon Trotsky divagava de modo ainda mais lírico:

 "O homem tornar-se-á incomparavelmente mais forte, mais sábio, mais puro.  Seu corpo será mais harmonioso, seus movimentos serão mais rítmicos, sua voz será mais melódica ... O humano médio será elevado ao nível de um Aristóteles, de um Goethe, de um Marx. Acima destes cumes, novos picos surgirão."  Se o estágio que virá após o estágio supremo do comunismo durar tempo o bastante para criar esta nova super-raça, será um problema para os teóricos comunistas deste futuro decidir o que fazer quanto à "contradição" de se "permitir" que um super-Aristóteles se eleve em relação a um Aristóteles.  Tamanha desigualdade deverá ser tolerada?

Alguns libertários se sentem tentados pelo objetivo marxista do "definhamento e desaparecimento do Estado" sob o comunismo, ou pelo uso da frase — tomada emprestada dos libertários franceses pró-livre mercado Charles Comte e Charles Dunoyer —, "um mundo no qual o governo de pessoas é substituído pela administração de coisas".  Há duas enormes falhas na formulação deste ponto de vista.  Primeiro, obviamente, como o anarco-comunista russo Mikhail Bakunin (1814—76) insistentemente demonstrou, é absurdo tentar chegar a um arranjo de total ausência de estado por meio da absoluta maximização do poder estatal em uma totalitária ditadura do proletariado (ou, mais realisticamente, uma ditadura controlada por uma seleta vanguarda do suposto proletariado).  O resultado será somente, e inevitavelmente, o estatismo máximo e a subsequente escravidão máxima.  Bakunin profeticamente alertou para o fato de que uma pequena elite dominante irá novamente, após a revolução marxista, governar a maioria:
Porém, dizem os marxistas, essa minoria será composta de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário do topo de sua autoridade estatal; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana ... Os termos "socialismo científico" e "socialista científico", os quais encontramos incessantemente nas obras e nos discursos dos marxistas, são suficientes para comprovar que o chamado 'estado popular' será nada mais do que um despotismo sobre as massas, exercido por um nova e relativamente pequena aristocracia formada por falsos "cientistas".  Eles [os marxistas] alegam que somente uma ditadura — comandada por eles próprios, é claro — pode trazer liberdade ao povo; nós respondemos que uma ditadura não tem outro objetivo senão sua própria perpetuação, e que ela não pode gerar outra coisa senão a escravidão do povo submetido a ela.  A liberdade pode ser criada apenas pela liberdade.[2]
De fato, somente um crente na irracional magia negra da "dialética" pode acreditar no contrário, ou seja, que um estado totalitário pode inevitavelmente e de maneira virtualmente instantânea se transformar em seu oposto, e que, portanto, a maneira de se livrar do estado é se esforçar ao máximo para maximizar seu poder.

Mas o problema da dialética não é o único — na verdade, não é nem o principal — problema do comunismo marxista.  O marxismo comunga com os anarco-comunistas um grave problema quanto à etapa superior do comunismo puro (supondo por um momento que tal etapa possa ser alcançada).  O ponto crucial é que, tanto para estes anarquistas quanto para os marxistas, o comunismo ideal é um mundo sem propriedade privada, em que todas as propriedades e recursos serão controlados coletivamente.  Com efeito, a principal reclamação dos anarco-comunistas em relação ao estado é que ele é supostamente o principal garantidor da propriedade privada, e que, portanto, para abolir a propriedade privada é necessário abolir o estado.  A verdade, obviamente, é exatamente oposta: o estado, ao longo da história, sempre foi o principal despojador e espoliador da propriedade privada.

Com a propriedade privada misteriosamente abolida, a eliminação do estado sob o comunismo (tanto da variante marxista quanto da variante anarquista) seria necessariamente uma mera camuflagem para um novo estado que surgiria para controlar e tomar decisões em relação aos recursos geridos coletivamente — exceto pelo fato de que o estado não mais seria assim chamado; ele seria renomeado para algo como "agência estatística popular", mas continuaria armado precisamente com os mesmos poderes.  Será de muito pouco consolo para as futuras vítimas, encarceradas ou assassinadas por cometerem "atos capitalistas entre adultos em comum acordo", que seus opressores não mais sejam o 'estado' mas sim uma 'agência estatística popular'.  O estado, sob qualquer que seja seu novo nome, continuará com o mesmo aroma urticante.

Ademais, como já indicado, na etapa "além do comunismo", a etapa de coletivização universal, de inação e de não utilização de recursos, a morte de toda a raça humana seria a inevitável consequência.
Marx e seus seguidores nunca demonstraram qualquer consciência em relação à vital importância do problema da alocação de recursos escassos.  Sua visão do comunismo é que todos os problemas econômicos desse tipo são triviais, e não requerem nem empreendedorismo, nem um sistema de preços, e nem um genuíno cálculo econômico — todos os problemas podem ser rapidamente solucionados pela mera contabilidade ou por simples registros cadastrais.  A clássica insensatez em relação a esta questão foi explicitada por Lênin, que acuradamente expressou a visão de Marx ao declarar que as funções de empreendedorismo e alocação de recursos "já foram simplificadas ao máximo pelo capitalismo, que as reduziu às extraordinariamente simples operações de fiscalização, inscrição e emissão de recibos, algo que qualquer pessoa que saiba ler, escrever e fazer as quatro operações de aritmética pode fazer." 

Ludwig von Mises, com muita ironia, comentou que os conhecimentos econômicos dos marxistas e dos outros socialistas "não eram maiores do que os de um garoto de recados cuja única ideia em relação ao trabalho de um empreendedor é que ele preenche pedaços de papel com letras e números".

Este artigo foi extraído de trechos do livro Economic Thought Before Adam Smith — An Austrian Perspective on the History of Economic Thought.


[1] O povo soviético foi poupado do cataclismo completo do comunismo quando Lênin, um hábil pragmático, recuou das tentativas soviéticas iniciais (1918—21) de abolir o dinheiro e ir direto para o comunismo (o qual, mais tarde, foi rotulado de "comunismo de guerra"), e voltou à economia majoritariamente capitalista da NEP.  Já Mao Tsé-Tung tentou efetuar o comunismo em duas desastrosas ondas: o Grande Salto Para a Frente, o qual tentou eliminar a propriedade privada e as "contradições" entre cidade e campo por meio da construção de uma siderúrgica em todas as aldeias, e a Grande Revolução Cultural Proletária, que tentou eliminar a "contradição" entre trabalho intelectual e trabalho manual enviando toda uma geração de estudantes para trabalhos forçados nos campos de Xinjiang.
[2] Bakunin, Estatismo e Anarquia: citado em Leszek Kolakowski, Main Currents of Marxism: Its Origins, Growth and Dissolution (New York: Oxford University Press, 1981), I, pp. 251?2. Ver também Abram L. Harris, Economics and Social Reform (New York: Harper & Bros, 1958), pp. 149?50.

Murray N. Rothbard (1926-1995) foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies.

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Coreia do Norte executou 80 pessoas por verem filmes ou lerem a Bíblia, diz imprensa sul-coreana


Dezenas de milhares de pessoas, incluindo crianças, teriam sido obrigadas a assistir às execuções realizadas numa ação concentrada em sete cidades do país.

Kim Jong Un com membros da sua guarda militar numa fotografia sem data disponibilizada em Outubro pela Agência Central de Notícias da Coreia do Norte Reuters

A notícia da execução pública de 80 pessoas na Coreia do Norte neste mês foi dada por uma única fonte, anônima, a vários jornais da Coreia do Sul, mas rapidamente se espalhou na imprensa internacional.

Segundo jornais de Seoul, como o JoongAng Ilbo, um dos maiores e mais influentes do país, as 80 pessoas, algumas consideradas culpadas de actos delituosos para o regime de Pyongyang, como ver vídeos de entretenimento sul-coreanos ou estar em posse de uma Bíblia, foram executadas em público em sete cidades, perante o olhar de milhares de pessoas onde se incluíam crianças, forçadas a assistir.

Numa das cidades, as autoridades juntaram dez mil pessoas para assistir. Algumas das vítimas tinham sido acusadas de disseminar pornografia.

A confirmarem-se, estas execuções, realizadas numa ação coordenada no mesmo dia, terão constituído o ato mais brutal do regime desde que Kim Jong Un chegou ao poder depois da morte do pai Kim Jong Il, em 2011.

Familiares e amigos das vítimas terão depois sido enviados para centros de detenção, para impedir que a informação das mortes fosse divulgada. “Relatos de execuções públicas teriam certamente um efeito muito negativo nas pessoas”, disse ao jornal inglês Daily Telegraph Daniel Pinkston, analista do instituto de investigação International Crisis Group em Seoul.

A notícia nos jornais sul-coreanos tem uma única fonte e esta coincide com os rumores de mortes em sete cidades na informação dada por uma agência de notícias de dissidentes da Coreia do Norte.

Testemunhos publicados na imprensa descrevem um caso, no Estádio de Shinpoong, na província de Kanwon, em que oito pessoas foram alinhadas com fardos colocados por cima da cabeça enquanto soldados disparavam de forma ininterrupta. “Ouvi relatos de residentes que dizem ter visto os cadáveres [dos executados] de tal maneira perfurados pelas balas que depois foi impossível identificá-los”, disse a fonte citada também em jornais como o Los Angeles Times ou o Daily Telegraph.

As execuções terão ocorrido em cidades onde o líder norte-coreano estará a tentar intimidar trabalhadores que desafiam as regras do regime, considera o LA Times. O Daily Telegraph refere a tentativa do regime em esmagar qualquer suspeita de descontentamento popular e cita um relatório do think tank Rand Corporation em como Kim Jong Un terá sobrevivido a uma tentativa de assassínio em 2012, o que, desde então, motivou um reforço substancial da sua guarda.
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